25/05/2020 12h15
Da redação

O secretário municipal de Planejamento e Finanças, Pedro Pedrossian Neto, afirmou que o atraso no recurso federal destinado a socorrer estados e municípios, pode prejudicar o pagamento da folha salarial de julho. Campo Grande vai receber R$ R$ 148 milhões, no entanto ainda não tem datas definidas de pagamento.

A lei deve ser sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Pedrossian diz que um dos “entraves” para sanção era o não reajuste salarial aos servidores públicos até o final de 2021. “O presidente se reuniu com os governadores na quinta-feira (21) e teve o aval deles de forma unânime, por isso acreditamos que no mesmo dia a lei seria sancionada”.

Outro impasse é sobre o pagamento da dívida com a União, já que como a lei não foi sancionada, a suspensão (pagamentos) ainda não está em vigor. “Não pagamos o repasse deste mês de R$ 5 milhões que venceu, na expectativa da lei, mas demonstrando boa fé depositamos em uma conta separada”, disse.

O secretário leva em consideração também o novo Refis (Programa de Recuperação Fiscal) que se tiver bons resultados, poderá ajudar nas contas de julho, mas que para agosto não haveria nenhuma perspectiva. “Por isso a importância desta ajuda federal chegar o quanto antes”.

A queda de arrecadação (receita) na prefeitura se acentuou no mês passado, caindo em R$ 28 milhões, devido a pandemia. Mas, o secretário espera uma melhora da economia neste segundo semestre.

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