04/04/2019 17h28
Por: Da redação
O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Campo Grande, iniciou hoje (4) uma série de visitas aos canteiros de obras que fazem parte do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, para alertar os operários da possibilidade das empresas suspenderem os serviços, por causa do atraso que já chega a 90 dias nos pagamentos do programa.
que já causa atrasos nos pagamentos de salários. A ação foi realizada nas obras do Residencial Sírio-Libanês, no oeste da Capital, onde são construídas 256 moradias.
Em visita as obras do Residencial Sírio-Libanês, na Capital. O presidente do sindicato, José Abelha Neto, fez uma reunião com cerca de 70 dos trabalhdores que ali atuam, e afirmou que poderiam ter salários e até os empregos sob ameaça diante da demora da União em repassar verbas do Minha Casa, Minha Vida, às empreiteiras.
“Nossa maior preocupação é com os trabalhadores que podem ser demitidos”, afirmou.
Neto calcula que até 10 mil trabalhadores possam ser prejudicados com os atrasos nos repasses, tendo seus empregos em risco. Em Campo Grande, cerca de 20 canteiros de obras do Minha Casa, Minha Vida, podem sofrer com isso.
A Engepar informou que alguns salários já estariam em atraso, mas que as pendências foram resolvidas ontem (3). No entanto, a empreiteira não nega os efeitos negativos do atraso no programa, bem como, a possibilidade real de paralisação das obras.





















