País contabilizou nas últimas 24 horas 1.110 mortes e 64.025 infecções; ministério estima que 7,2 milhões já estejam curados

O Brasil registrou nas últimas 24 horas um acréscimo de 1.110 mortes por covid-19 e 64.025 novos casos confirmados, segundo dados enviados pelos estados ao Ministério da Saúde e divulgados pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde) nesta terça-feira (12).

Com os números atualizados, o Brasil chega à marca de 204.690 mortes em decorrência da covid-19, além de 8.195.637 casos acumulados desde o início da pandemia. Deste total, o Ministério da Saúde estima que mais de 7,2 milhões já se recuperaram da doença.

A média móvel de mortes diárias atingiu hoje o patamar de 994, aumento de  57,3% em relação há 14 dias. Já a média móvel de novos casos por dia atingiu 55.034, um recorde desde o início da pandemia no país. Na comparação com 29 de dezembro, a alta é de 57,4%.

A expansão do coronavírus em Mato Grosso do Sul continua registrando patamares alarmantes. Nas últimas 24 horas, por exemplo, 997 exames deram positivos e, com isso, o Estado contabiliza a marca negativa de 145.048 casos confirmados da doença desde o início da pandemia.

MS atinge 145 mil casos confirmados 

Dados do boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde, do Governo do Estado, mostram que, em 24 horas, 22 mortes foram registradas, com total de 2.587 óbitos pela doença até o momento. Apenas nesses doze primeiros dias do ano, 213 famílias perderam um ente familiar com a pandemia.

Em tratamento, 12.217 pessoas estão em isolamento domiciliar, enquanto 598 estão hospitalizadas. Dos pacientes internados, 314 estão em leitos clínicos, sendo 187 na rede pública e 127 na rede privada. Os casos mais graves, que exigem internação em UTI, totalizam 284 pacientes, sendo 204 pelo SUS e 80 na rede privada.

A ocupação de leitos hospitalares ainda aponta para uma situação grave de comprometimento na disponibilidade. Na macrorregião de Campo Grande, a taxa de ocupação de leitos UTI SUS soma 91%, enquanto que em Dourados 74%, em Três Lagoas, 70% e em Corumbá 71%.

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