Caminhões se concentram na Afonso Pena para manifestação em defesa da liberdade

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O ato deve ter início às 9h passando pela região central da cidade com a dispersão na Mato Grosso com a Via Prk

Uma fila de caminhões estão concentrados nos Altos da Avenida Afonso Pena na manhã desta quarta-feira (7), Dia da Independência. O movimento é organizado pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Mato Grosso do Sul (SETLOG/MS) com objetivo de celebrar os 200 anos de Independência do Brasil.

A partir das 9h, o ato em defesa da liberdade, percorrerá a Avenida Afonso Pena até a Praça do Rádio, virando na Rua Padre João Crippa, seguindo em direção Mato Grosso. De lá, seguem até a rotatória da Via Parque, onde ocorrerá a dispersão.

Durante a concentração, os diretores da entidade empresarial farão adesivagem de pelo menos 1,2 mil carros, com os dizeres “Todos pela liberdade. Para frente Brasil”.

O presidente da ACICG, Renato Paniago, esclarece que o ato tem o objetivo de reforçar a importância de direitos conquistados ao longo dos anos e reafirmar o posicionamento que a entidade sempre defendeu: o da livre iniciativa, ou seja, o exercício de qualquer atividade econômica e a liberdade de trabalho.

“Milhares de empresários e diretores da entidade têm se manifestado nos últimos anos nessa data, um sinal de luta pela democracia, por um país melhor e que respeite os princípios da constituição, entre eles a liberdade de expressão e de trabalho,” explica Paniago.

Há cerca de 10 dias, a Associação Comercial, que congrega 8.792 empresas associadas e integra o sistema da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), se manifestou sobre a ação do Supremo Tribunal Federal contra empresários. Em uma carta aberta que pode ser conferida aqui, a entidade demonstrou perplexidade e grande preocupação com as medidas extremas e arbitrárias, sem demonstração concreta de risco ao Estado Democrático de Direito, com “emprego de violência e ou grave ameaça”.