O ciclo vacinal contra Covid 19 já se fechou ou chegou a praticamente 70% da população de Campo Grande, publico alvo acima dos 12 anos. Contudo, absurdamente, entre negacionistas, em maioria, e, ou por algum outro problema, há no município 35 mil cidadãos, sem nenhuma dose contra o Coronavirus. Pelo vacinômetro, até fim da manhã deste domingo (12), o alcance da primeira dose chegou a 73,3% da população e da segunda dose (D2) já está em 69,3%.
O secretário municipal de saúde, José Mauro Pinto de Castro , ressaltou hoje pela manhã, as 35 mil pessoas que ainda não tomaram nenhuma dose contra a doença na Capital. “Temos números bons, mas alguns Estados não estão na mesma realidade em que estamos, e com isto ou até com a nova variante causa preocupação este contingente de pessoas que não buscaram a vacina. Todos estão sujeitos a se contaminar e podem ser agentes de contaminação da sociedade. Por isso, estamos aqui na rodoviária, abrindo esta ‘barreira’ e já há uma semana no aeroporto, como parte da ação de controle”, comentou José Mauro.
O secretário em visita a barreira montada na estação rodoviária, avaliou que o alcance da primeira dose chegou a 73,3% da população e da segunda chegando aos 70%. Mas, o ideal seria alcançar ou já ter alcançado, mínimo de 80%. “Por isso, as barreiras sanitárias montadas no Terminal Rodoviário e no Aeroporto Internacional de Campo Grande estão oferecendo as três doses dos imunizantes”, disse.
Quanto ao comprovante de vacinação, o secretário informou que a Capital não o está solicitando em nenhum dos dois espaços onde as barreiras foram montadas, mas que caso haja alguma determinação nacional para isso, será feito. “Nota técnica da Anvisa, de novembro, já solicitava pedir a determinação e ontem o STF determinou que seja feito, mas como não recebemos voos internacionais, param todos em São Paulo, então acreditamos que quem vier para cá, terá sido checado em outros estados”, analisa.
Comprovante será exigido após STF determinar
O secretário até citou a decisão, neste sábado (11), do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), que determinou a obrigatoriedade de comprovante de vacinação para viajantes que chegarem no Brasil.
No entanto, a decisão do ministro Barroso vale a partir de amanhã ou quando os órgãos envolvidos forem notificados. A comunicação oficial deve sair do STF apenas nesta segunda-feira (13), dia útil de funcionamento.
O documento só poderá ser dispensado por motivos médicos, caso o viajante venha de país em que comprovadamente não haja vacina disponível ou por razão humanitária excepcional.





















