Carreata é marcada em apoio ao voto impresso auditável (Foto: Divulgação)

Manifestação pelo voto impresso auditável nas eleições de 2022 acontece hoje (1º), com concentração frente ao Comando Militar do Oeste (CMO) e outra frente com saída da Praça do Rádio, em carreata pela região central da Capital, às 10h.

A manifestação organizada por apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem partido) deve acontecer em vários locais no país. São esperados atos em pelo menos 113 municípios brasileiros, segundo o movimento Nas Ruas, o principal organizador da mobilização.

Na Capital, os apoiadores marcaram uma concentração na Praça do Rádio Clube com saída às 10 horas para uma carreata, porém não foi divulgado o itinerário, mas deve percorrer as principais vias da cidade. Outro grupo se concentrará na frente com CMO, no mesmo horário.

Os apoiadores pedem aprovação da PEC do Voto Impresso Auditável, a Proposta de Emenda à Constituição 135/19, que está em discussão na Câmara dos Deputados.

Os deputados estaduais bolsonaristas Coronel David (sem partido) e Capitão Contar (PSL), publicaram o movimento nas redes sociais e devem estar presentes no ato público. David afirmou que o Brasil inteiro estará nas ruas pela democracia e liberdade. “Por eleições limpas e transparentes com o voto impresso auditável, dia 01/08 eu vou”, escreveu.

Já Contar disse que a manifestação é em apoio a PEC do Voto Impresso Auditável. “Já enviei através da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, uma Moção de apoio a sua tramitação e aprovação destaca a importância da mudança para todos os brasileiros”.

A PEC é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro e está em tramitação na comissão especial da Câmara criada para analisar o assunto. A proposta quase foi derrubada pouco antes de o Congresso entrar no recesso legislativo de duas semanas. Mas, numa manobra regimental, a base do governo conseguiu adiar a votação para depois da volta da Câmara ao trabalho, a partir desta segunda-feira (2). Agora, a expectativa é que o projeto seja votado na quinta-feira (5).



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