Colegas de profissão de pai que matou bebê dizem que ele era um “cara tranquilo e trabalhador”

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O assassino chegou a levar o filho de 2 anos para os colegas conhecerem em uma loja de celulares, onde trabalhava.

23/09/2019 16h29
Por: Alan Diógenes

O acusado de matar o próprio filho Miguel, de apenas 2 anos, Evaldo Crhystian Zeteno, 21 anos, levava uma vida normal e tranquila diante da sociedade. Colegas de profissão disseram que ele falava do amor que sentia pelo filho e inclusive chegou a levar a criança para o patrão e funcionários conhecerem.

Por alguns anos, Evaldo trabalhou em uma loja de venda de celulares em Campo Grande, e os colegas o descrevem como um jovem tranquilo, que jamais pudesse cometer um crime bárbaro e egoísta como o que cometeu. Um dos colegas, que também é pai de um menino de 7 anos e uma bebê de 2 anos, entrou em choque ao saber da notícia.

Chorando, o jovem, que pediu para não ser identificado, contou que chegou a sair com o assassino e que o mesmo demonstrava sim certa “obsessão” pela ex-esposa, mas as palavras referidas em relação ao filho sempre foram de afeto e amor.

O casal morou junto em Campo Grande. O relacionamento não deu certo e a mulher se mudou para a cidade de Aquidauana, a 140 quilômetros da Capital como forma de se afastar das investidas do ex.

O mesmo mudou o comportamento obsessivo e de forma “mascarada” conseguiu a confiança da ex-mulher para visitar o filho algumas vezes. Dizendo que queria trazer a criança para matar as saudades e ter um final de semana de alegria com o filho, conseguiu a permissão da mulher para trazê-lo.

Ali foi quando de forma premeditada, o acusado conseguiu fazer seu propósito, no caso, a vingança contra a ex. Primeiramente ligou para ela dizendo que havia feito o sequestro da criança.

A mãe não teve tempo hábil para impedir o final trágico. Algumas horas depois ele acaba matando o próprio filho, que estava dormindo, afogado em uma bacia com água.

Fontes revelam que o acusado está detido de forma isolada, por segurança, porque outros detentos podem cometer o seu assassinato.

O crime chocou a população de Mato Grosso do Sul e foi o assunto mais comentado no último final de semana.

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