Apicultura. (Foto/Divulgação)

A exemplo das abelhas, gestão e logística são essenciais na multiplicação dos enxames

Assim como os departamentos de uma empresa, as abelhas também seguem uma organização de excelência. Quando a meta é a multiplicação de enxames, a precisão na distribuição e logística desses insetos exige técnicas específicas, que são ensinadas nos cursos e na Assistência Técnica e Gerencial do Senar Mato Grosso do Sul. Esse é o tema da editoria #EducaçãonoCampo desta quarta-feira (22).

Antes de falar na produção de enxame queremos fazer uma pergunta: você sabia que a única diferença entre a operária e a rainha é o alimento? As duas são geneticamente iguais, porém, no processo de desenvolvimento, as rainhas são alimentadas durante toda a vida exclusivamente por geleia real, uma substância proteica secretada pelas abelhas mais jovens. Já as operárias, após o terceiro dia de vida, recebem como alimento uma mistura de mel e pólen.

Como a geleia real possibilita o maior desenvolvimento do aparelho reprodutivo e o amplo espaço da célula, isso faz com que as rainhas sejam as únicas capazes de fazer postura de fêmeas e machos, mantendo a população da colônia.

“Essa informação é extremamente importante na produção de enxames, principalmente na escolha dos quadros que serão doados e darão origem às novas colônias. Caso não haja uma realeira pronta no novo enxame, as operárias terão que puxar as realeiras para dar origem a uma nova rainha com a atenção voltada para os quadros com ovos e larvas que foram alimentados exclusivamente com a geleia real”, explica a técnica de campo, Gabriela Puhl Rodrigues.

A escolha do método depende do perfil do produtor rural e dos equipamentos disponíveis na propriedade, mas o mais comum no estado é o de ‘divisão de enxame’. Os detalhes sobre cada um deles são ensinados no curso ‘Produção de Enxames’, oferecido gratuitamente.

Serviço

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