
A Prefeitura de Dourados, por meio do Procon (Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor), realizou, nesta quinta-feira (2), nova pesquisa de preços dos itens que compõem a cesta básica em 12 supermercados do município. No geral, houve redução de 1,8% no custo médio em relação ao levantamento feito em fevereiro deste ano. De acordo com o órgão, neste mês o conjunto de produtos chega a custar, em média, R$ 219,80.
Conforme dados do Procon, foram coletados preços de 29 produtos, apontando que o ponto negativo, é que a redução no custo, pode ser ilusório e ter um “barato” ou a queda, que pode sair bem caro, se não houver pesquisa e analise profunda dos preços praticados entre os estabelecimentos comerciais. Entre um produto mais caro e ou outro mais barato, eles praticam preços muito diferentes, passando dos 345% de custo mais alto.
O levantamento apontou variação significativa de um estabelecimento para outro no valor praticado para um mesmo item. A maior diferença é de 345,32%, encontrada no extrato de tomate de 340 gramas. No supermercado com menor preço o produto custava R$ 1,39 e saía por R$ 6,19 no local que vendia mais caro.
Outros produtos encontrados com variação entre estabelecimentos superior a 200% foram o pacote de papel higiênico com quatro unidades, que custava R$ 2,28 em um estabelecimento e chegava a R$ 9,45 em outro, representando diferença de 314,47%; farinha de mandioca de 1 kg (235,43%); alho de 200 gramas (231,73%).
Mais baixo, mas acima dos 100% de diferenças
A equipe de fiscalização também observou que mais 13 itens apresentaram diferença superior a 100% entre o maior e menor preço. O creme dental de 90 g, por exemplo, foi encontrado a R$ 1,89 em determinado supermercado e custava R$ 5,59 em outro, variação de 195,77%.
Assim, o Procon recomenda que o consumidor nunca compre num mesmo local e que pesquise, compare a precificação. Bem como deve ficar atento às especificações contidas na embalagem, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto.
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Link da pesquisa
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