Publicado em 07/09/2017 12h30
Desfile cívico reuniu mais de 20 mil pessoas em Dourados
Confusão marcou encerramento do desfile
Da redação
O Desfile cívico em Dourados na manhã desta quinta-feira (07) contou com a presença de mais de 20 mil pessoas. O levantamento é da Polícia Militar que estima a passagem de 20 a 25 mil pessoas na avenida Marcelino Pires. A atração começou por volta das 08h.
A prefeita Délia Razuk realizou o hasteamento da bandeira para dar abertura ao evento. Logo no início das atividades, um grupo de professores e moradores do parque dos Jequitibás protestava contra a administração municipal.
O palanque foi composto por vereadores e secretários municipais. As ações tiveram início com apresentações do Exército que levou à avenida a banda, viaturas e equipe. Na sequência, o Corpo de Bombeiros, a Guarda Municipal, Polícia Militar e Defesa Civil participaram do ato.
As escolas municipais e Ceim’s (Centros de Educação Infantil Municipal) participaram com danças, fanfarras, apresentações artísticas e com temas de conscientização como meio ambiente, respeito cultural, inventivo a leitura, entre outros.
Participantes de ações do projeto Palco para Todos levaram danças e atividades esportivas à avenida. Associações como o Centro de Deficientes, cultura japonesa e o CTG (Centro de Tradições Gaúcha) também marcaram presença.
A prefeita Délia Razuk disse que “o desfile foi organizado com muito carinho pela equipe e que a administração seguirá no incentivo do civismo com carinho e compromisso”.
Ainda antes do término das apresentações, o Grito dos Excluídos reuniu dezenas em frente ao palanque. Eles permaneceram no local por algum tempo, quando foram alertados por policiais militares para abrirem espaço para o término das apresentações.
As reivindicações principais eram as dos professores que estão em greve e solicitam reajuste salarial. Além disso, os bancários se posicionavam contra a terceirização. Haviam ainda temáticas como o empoderamento feminino e contra o cenário político em geral.
Alguns manifestantes contestaram o pedido de deixarem o local. Neste momento, uma mulher acusou um homem de agressão.
Tudo começou quando duas entidades – manobras de moto e veículos de som automotivo – se preparavam para iniciar o desfile e observaram manifestantes que faziam parte do grito dos excluídos entrarem na avenida Marcelino Pires.
Ocorreu bate-boca e uma mulher teria acusado homem de agressão. O fato foi negado, porém, ambos acabaram levados para prestarem esclarecimento.
Parte das autoridades políticas não permaneceram até o final do desfile que se encerrou por volta das 11h. Ainda conforme a PM, o número de participantes deste ano supera o de 2016 quando o registro foi de 15 mil em média.





















