03/02/2020 08h45
Por: G1
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (3), após bater novo recorde nominal (sem considerar a inflação) da história, de olho nos desdobramentos dos riscos relacionados ao coronavírus e seu possível impacto econômico na China. Às 9h17, o dólar tinha queda de 0,34%, a R$ 4,2715.
Na sexta-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,65%, vendida a R$ 4,2850. Na semana, o dólar acumulou alta de 2,42%. Em janeiro, subiu 6,86%. Foi a maior alta para qualquer mês desde agosto de 2019 (8,51%) e a mais intensa para meses de janeiro desde 2010 (8,86%), segundo a Reuters.
Em todo o mundo, investidores se preocuparam com as consequências do surto de coronavírus para o crescimento da segunda maior economia do mundo. O receio do mercado é que o surto afete a demanda dos consumidores e tenha impactos mais diretos e abrangentes sobre a atividade econômica, uma vez que o mercado tem na memória a epidemia de SARS de 2002 a 2003, também na China
Nesta segunda, as bolsas da China reabriram após o feriado do ano novo lunar, estendido por preocupações com o coronavírus – os mercados do país estavam fechados desde 24 de janeiro. A reabertura foi caótica: os principais índices caíram mais de 7%, no maior recuo diário desde 2015. O índice composto da Bolsa de Xangai fechou em queda de 7,72%, a 2.746,61 pontos, enquanto a Bolsa de Shenzhen, a segunda maior da China, terminou em contração de 8,41%, a 1.609,00 pontos.




















