Dourados . (Foto: A. Frota/Prefeitura Dourados)

“A Educação Ambiental é um instrumento de proteção”, afirma o diretor do Instituto, Wolmer Sitadini Campagnoli.

A Prefeitura de Dourados, por meio Imam (Instituto do Meio Ambiente), inicia nesta semana uma campanha sobre educação ambiental, focando na importância do município preservar e na indispensável colaboração da população, quando o assunto é água tratada e de qualidade.

Para o diretor do Instituto, Wolmer Sitadini Campagnoli, os douradenses precisam ter acesso para colaborar com a gestão. “A Educação Ambiental é um instrumento de proteção. O crescimento sustentável de centros urbanos depende também do cidadão. É importante desenvolver o senso crítico do cidadão, levando em conta a necessidade da proteção de áreas, que por força de lei já são ‘protegidas’”, explica.

O Imam pontua ações simples que podem impactar positivamente no meio ambiente. “Incentivamos a coleta seletiva, reciclagem, reutilização e sobretudo o não desperdício. Além disso, não jogar lixo nos rios e lagos; preservar nascentes e cursos d’água; não desmatar ou degradar áreas verdes, sobretudo aquelas próximas aos rios e lagos; economizar e reutilizar a água sempre que possível e divulgar ações de conservação”, pontua a diretora de Educação Ambiental, Nayara Carvalho.

A água que chega em cada casa é a mesma que escoa pelas colheitas, que infiltra no solo e forma aquíferos, que percorre as cidades em dias de chuva. “A água se recicla, percorre continentes e permeia todas as atividades que realizamos. Está em cada produto que usamos, em cada alimento que comemos. Para chegar na sua casa ela percorre um longo caminho dentro de Estações de Tratamento de Água. Após testes de qualidade, ela chega a sua casa. Esse processo tem um custo, e acredite, ele não é pequeno”, reforça Nayara.

Resíduos sólidos

O gerenciamento dos resíduos sólidos é constituído por um conjunto de etapas que começa antes da aquisição de um produto.

Quanto mais lixo gerado, mais alta é a conta. Para o meio ambiente e para o seu bolso. “Quanto menos lixo precisarmos destinar ao aterro sanitário, mais tempo ele será utilizado e retardaremos o custo da construção de um novo”, detalha Campagnoli.

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