Vereador da Capital e presidente da Comissão Permanente de Cultura da Câmara Municipal cobrou do município providencias na restauração
Manoel de Barros é um símbolo da cultura não apenas do nosso Estado, mas do Brasil. Em Campo Grande ganhou uma estátua bem no centro da cidade que se tornou um ponto turístico, ou parada obrigatória para uma foto. Porém, há um ano, essa obra de arte foi vítima de vandalismo e está sem um dos pés.
Localizada em um dos cruzamentos mais movimentados do centro da Capital, no encontro da Avenida Afonso Pena com a Rua Rui Barbosa, a escultura do poeta não se trata apenas de 400 quilos de bronze, mas de uma história que precisa ser relembrada e acessada por todos, disse o artista plástico, Ique Woitdchach, autor da obra.

Após completar um ano do vandalismo sofrido, o vereador Ronilço Guerreiro, presidente da Comissão Permanente de Cultura da Câmara Municipal, vai cobrar informações sobre a demora da restauração da obra. “Sei que o artista responsável pela obra, o escultor Ique Woitschach, não reside em Campo Grande, mas precisamos de celeridade em algumas situações e essa é uma, pois se trata de um monumento de nossa Capital. Por isso vou em busca de informações e prazo para a conclusão do trabalho”.
Responsável pelo monumento é a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul. Em matéria publicada no jornal Correio do Estado desta terça-feira, o órgão disse que depende da agenda do artista para dar sequência na restauração, mas não tem um prazo especificado.
“O patrimônio público precisa de cuidado. Sei que nesse caso se tem um culpado foi o bandido que arrancou o pé da estátua, mas precisamos fazer algo para não ficarmos anos e até décadas de braços cruzados esperando uma solução para essa restauração”, ressaltou o vereador.





















