A informação foi dada pela comissão de deputados que estiveram reunidos na Governadoria, na tarde de hoje (25)
25/04/2019 17h29
Por: Redação
Na próxima segunda-feira (29), o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul decidirá sobre a permanência do abono salarial aos servidores do Estado. Após confusão na sessão de hoje (25) na Assembleia Legislativa, os deputados se reuniram com o secretário de Governo, Eduardo Riedel, nesta tarde na Governadoria.
Participaram da reunião na Governadoria os deputados Barbosinha (DEM), Lídio Lopes (Patriota), Gerson Claro (PP), Rinaldo Modesto (PSDB) e Capitão Contar (PSL) . O professor Rinaldo, disse que o governador Reinaldo Azambuja é uma “pessoa sensível a questão em pauta”.
Segundo o deputado estadual Barbosinha (DEM), também líder do governo na ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), o compromisso é de que a equipe econômica do Governo do Estado se empenhará para apresentar uma proposta na segunda aos servidores.
“O que é importante é a boa vontade da equipe, que vai estar hoje, amanhã e o fim de semana para segunda ter uma resposta objetiva. Existe a vontade política e a sensibilidade do governo de compreender, principalmente, os menores salários, onde esse valor é vital para a sobrevivência de cada um”, afirmou o deputado, segundo informações do site Midiamax.
Também participaram da reunião na Governadoria os deputados Lídio Lopes (Patriota), Gerson Claro (PP), Capitão Contar (PSL) e Rinaldo Modesto (PSDB). Este último, inclusive, declarou que o governador Reinaldo Azambuja é uma “pessoa sensível a questão”.
Corte
O corte do abono a 37,7 mil servidores e o reajuste zero a todos os funcionários, em média 75 mil, foi divulgado em reuniões realizadas pelo Secretário Estadual de Administração, Roberto Hashioka com representantes dos sindicatos.
Os servidores não gostaram nada e a reação imediata foi o protesto ocorrido hoje na Assembleia.De acordo com o governo, a suspensão do abono está prevista na Lei 5.168, de 5 de abril de 2018, que autoriza o corte do pagamento caso extrapole o teto de gastos e seja infração à LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). O desembolso, que varia de R$ 100 a R$ 200 a 37,7 mil servidores representa gasto de R$ 14 milhões aos cofres.
Reajuste
Além da manutenção do abono, os representantes de cerca de 70 mil servidores brigam por reajuste salarial. Ontem, o secretário de Estado de Administração, Roberto Hashioka, afirmou que não será concedido reajuste em 2019.
Os servidores não tiveram reajuste em 2015. Em 2016, o governo apresentou abono salarial de R$ 200, e, em 2017, apresentou índice de 2,94%.
No ano passado, devido ao menor tempo para as negociações por ser ano eleitoral, os servidores se contentaram com reajuste de 3,05% e manutenção do abono.
Comissão
Uma comissão foi criada na manhã desta quinta-feira (25), pelos deputados, para discutir e acompanhar as propostas do reajuste dos servidores.
Um grupo com cerca de 100 pessoas tentaram ocupar o plenário, mas foram detidos pelos seguranças da Casa e após gerar um tumulto. Logo mais, o grupo se reuniu com os deputados para apresentar as suas reivindicações.
Um das reclmações dos servidores é sobre o abono salarial de R$ 200, anunciado durante reuniões na SAD (Secretaria de Estado de Administração) e que poderia ser retirado.
Os servidores pedem a manutenção do valor ou sua incorporação no salário.





















