O mês passou, se descumprindo Leis, clamando por um ‘insano’ golpe militar, cometendo crime maior contra a Constituição e a Democracia do Brasil, e até sobre sol e chuva, completa a saga de Campo-Grandenses, ditos bolsonaristas ou não, como outros grupelhos espalhados pelo Pais, que a um mês nesta quarta-feira (30), estão acampados na Avenida Duque de Caxias, em frente ao CMO (Comando Militar do Oeste), alegando ser contra a eleição e posse do presidente eleito Luís Inácio Lula da Silva (PT). Lula foi sagrado vencedor em processo eleitoral oficial, legitimo e reconhecido pelo Mundo todo, mas este grupo de brasileiros aponta fraude e clamam por intervenção das Forças Armadas, que não tem Poder para isto, a não ser que façam novamente um golpe de Estado.
O grupo da Caital no CMO, inicial bem numeroso, diminui, mas ora fica em grande números em protesto desde 30 de outubro, contra a derrota do lideres deles, o presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de segundo turno, naquele dia, já passando 31 dias, pois o mês passado teve um dia a mais. Eles pedem golpe militar para impedir a posse do presidente eleito, Lula, que será ainda em 1º de janeiro de 2023, apesar de já consagrado nas urna e que terá diplomação, ontem antecipada, marcada para o próximo dia 12 de dezembro.
O que a dias atrás ocorria quase que 24 horas, impedindo o fluxo de umas das principais avenidas de Campo Grande, cometendo mutãs infrações do Código de Trânsito, bem como fazendo barulho na vizinha e com altos sons que chegavam a distancias na região, atualmente, o movimento maior é à noite e nos finais de semana. Na manhã de hoje (30), o grupo estava distribuído em barracas no canteiro e na calçada em frente ao quartel do Exército. As tendas seguem montadas nos canteiros, mas poucos bolsonaristas estavam conversando no local.
Os ‘manifestantes’ que também descumpre Leis municipal, com a Lei do Silêncio, e desacata autoridades, como a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), que colocou cavaletes para impedir o estacionamento no canteiro, os veículos ficam ou também continuaram estacionados na lateral, impedindo o tráfego em uma das três faixas da Avenida Duque de Caxias. As autoridades de trânsito apontam que estão multando os infratores, mas não determinam a retirada imediata do local.
O pedido por escrito
A ‘briga’ contra o resultado oficial das eleições, ressaltou um discurso que já faziam a tempos e ia ao encontro de atos contra a legislação vigente, como faz e está presente e expondo o chamado ‘QG Rural’, liderado por ruralistas, que tem faixa no local dizendo: “Ordem Progresso Com Justiça Sem Corrupção”., seguindo pedido de intervenção militar. E também há o ‘SOS Forças Armadas’. Durante os atos, o grupo clama pelo comandante do CMO, general Anízio David.
A mobilização se mantém apesar de nenhuma das promessas feitas até o momento terem sido confirmados. No dia 31 de outubro, quando se avolumou ou começou oficialmente, o ato na frente do CMO, o grupo dizia que a mobilização era necessária porque as Forças Armadas agiriam em 72 horas.
Áudios atribuídos ao filho 03 do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, também viralizaram, onde ele pedia aos seguidores para levarem o máximo de gente para as manifestações. Os bolsonaristas suportaram frio, chuva e sol. Na segunda-feira, Eduardo foi visto no Catar, vestido de verde e amarelo e acompanhando o jogo do Brasil contra a Suíça.
Diplomação ainda foi antecipada
A manifestação tinha a expectativa e ‘exigia’ que Lula não seria diplomado no dia 19 de dezembro deste ano. Mas, ontem (29), o TSE (Tribunal Superior eleitoral) ainda antecipou a diplomação do presidente eleito para o dia 12 de dezembro.
Hoje, ainda nenhum membro de tis movimentos e ou coordenador do movimento em Campo Grande quis se manifestar nesta quarta-feira.





















