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quarta-feira, 22 de maio, 2024
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Homem é preso com material de abuso sexual infanto-juventil na Capital

Um homem de 60 anos foi preso, em flagrante, por compartilhar e armazenar arquivos de mídia contendo cenas de abuso sexual infanto-juvenil. O autor foi um dos alvos da 17ª fase da operação Sentinela, deflagrada nessa quinta-feira (11) pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA).

A investida tinha o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão de pessoas envolvidas em crimes de exploração sexual infanto-juvenil. A investigação chegou até eles através do monitoramento constante das atividades ilícitas, em meio virtual.

Durante a fase de levantamento, o Núcleo de Inteligência Policial (NIP) identificou tráfego exorbitante de material de abuso na internet em três residências de Campo Grande. Por conta disso, foram expedidas ordens para apreensão de equipamentos usados na ação.

O primeiro endereço visitado pelas equipes ficava no centro, onde um adolescente de 16 anos já vinha sendo investigado desde janeiro por compartilhar este tipo de material. Durante a perícia nos dispositivos eletrônicos usados por ele, foram encontradas provas do crime.

Diante do flagrante, o menor foi detido e encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude (DEAIJ) para esclarecimentos.

No segundo imóvel, no Bairro Mario Covas, as equipes cumpriram o mandado contra um homem de 47 anos que teria abusado sexualmente de uma criança de cinco anos em 2023 e também filmado o ato com fins de produzir pornografia infantil.

Na local foram apreendidos aparelhos eletrônicos para comprovar os delitos. Os dois crimes têm penas máximas que, somadas, podem chegar a 12 anos de reclusão.

O terceiro endereço foi no Bairro Caiçara, onde um homem de 60 anos, que atua como eletricista, acabou preso em flagrante por ter no seu computador uma grande quantidade de material de abuso sexual infanto-juvenil.

Além disso, verificou-se que ele também compartilhava pornografia infantil com outros usuários na internet. O autor foi autuado em flagrante pelo cometimento dos crimes previstos nos artigos 241-A e 241-B do ECA, sendo esse último, hediondo e inafiançável.

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