Homem invade casa e mata jovem de 26 anos a tiros na frente da irmã

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(Foto: Redes sociais)

Crime aconteceu no bairro Parque do Sol; polícia procura dois suspeitos que estavam em uma motocicleta

Um jovem de 27 anos foi perseguido até dentro de casa e morto a tiros na noite desta quarta-feira (4), no bairro Parque do Sol, em Campo Grande. A irmã dele, de 25 anos, presenciou o assassinato e não ficou ferida. Os suspeitos fugiram em uma motocicleta e ainda não foram encontrados.

O crime aconteceu em uma residência na Rua João Alves Pereira. Conforme as informações apuradas pela polícia, dois homens chegaram ao endereço em uma motocicleta Yamaha Factor preta. Um deles desceu do veículo, entrou no imóvel e disparou várias vezes contra a vítima.

De acordo com o relato da irmã aos policiais, ela estava no quarto, separando roupas para tomar banho, quando o irmão entrou correndo na residência. Na sequência, o atirador apareceu e começou a disparar contra o jovem.

A testemunha contou ainda que outro homem estava na companhia do irmão pouco antes do ataque. Ele permanecia em frente à casa, mas saiu momentos antes da chegada dos suspeitos.

Após os disparos, os dois homens fugiram na motocicleta. A vítima foi atingida por vários tiros e morreu no local. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte.

Investigação

A Polícia Militar foi acionada depois que moradores ouviram o barulho de uma motocicleta e vários tiros. Ao sair para verificar o que havia acontecido, um dos solicitantes encontrou uma mulher pedindo socorro ao jovem baleado.

Equipes policiais isolaram a residência para o trabalho da perícia. No imóvel, foram encontrados estojos e cápsulas de munição, além de marcas de sangue e estilhaços na porta e nas proximidades da vítima.

Testemunhas informaram que os dois suspeitos usavam capacetes coloridos. Um deles vestia uma blusa azul e foi descrito como baixo e de porte físico forte. O segundo também seria baixo, de pele branca e cabelo loiro cacheado.

Equipes da Polícia Civil e do Grupo de Operações Especiais (GOE) estiveram no endereço. O caso ficou sob responsabilidade da Polícia Civil, que deve investigar a autoria e a motivação do homicídio.

Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.