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Após sete meses de tratamento dos primeiros casos do novo coronavírus em Mato Grosso do Sul, o Hospital Regional que foi referência para o atendimento desses pacientes em Mato Grosso do Sul, começa a desativar leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo).

O medo do colapso na saúde pública, mobilizou as autoridades para equipar e prestar assistência à população durante a pandemia. No Estado, não houve mortes de pacientes por falta de assistência.

Nesta terça-feira (20), 12 vagas para pacientes críticos deixaram de funcionar e segundo a diretora-presidente do hospital, Rosana Leite e outros 17 devem ser desmontados em novembro.

Ao Campo Grande News, a diretora explicou que os reflexos da queda na curva da covid em Mato Grosso do Sul foram sentidos no hospital. Nas últimas semanas, houve redução na demanda de pacientes com a covid-19 e aumento de outros casos, não relacionados ao vírus. Outro motivo para a desativação de leitos é a dificuldade, em recursos financeiros e humanos, para mantê-los “para sempre”.

Os equipamentos que foram emprestados para o hospital serão devolvidos e os doados, ficarão estocados, para formar a reserva técnica, que ficou comprometida no ápice da pandemia, uma vez que todos os recursos disponíveis foram colocados em operação. Para cada leito de UTI, por exemplo, são necessários dois respiradores em estoque.

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