Julgamento de PRF é adiado após jurado passar mal

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O PRF matou um empresário durante uma briga de trânsito em dezembro de 2016

11/04/2019 14h40
Por: Da redação

O julgamento do policial rodoviário federal (PRF), Ricardo Hyn Su Moon de 49 anos, foi adiado após um dos jurados passar mal no inicio da tarde dessa quinta-feira (11), na Capital. O policial é acusado de matar o empresário Adriano Correia Nascimento, durante uma briga de trânsito em dezembro de 2016.

O julgamento de Ricardo começou ainda pela manhã com o depoimento do supervisor comercial Agnaldo Espinosa da Silva de 51 anos, e do enteado dele, Vinícius Cauã Ortiz Simões que estavam na caminhonete com o empresário no dia do assassinato.

O próprio policial também foi ouvido pelo juiz e pelos jurados, e mais uma vez reafirmou ter agido em legítima defesa legítima diante já que o empresário estaria armado, embriagado e com uma caminhonete de duas toneladas.

O julgamento foi parado para o almoço e logo mais o juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida comunicou o adiamento do júri. Já que um dos jurados sofre de ansiedade e hipertensão e começou a passar mal durante o julgamento.

A nova data para dar continuidade ao juri já foi escolhida. Agendada para o dia 30 de maio, haverá um novo sorteio de jurados e todos os envolvidos serão ouvidos novamente ouvidos.

Ricardo poderá responder pelo assassinato de Adriano, por motivo fútil e ainda duas tentativas de homicídio contra Agnaldo, que sofreu fratura ao pular da caminhonete e Vinícius que foi baleado nas pernas ( na ocasião o jovem tinha 17 anos).

Sobre o caso

O policial Moon contou que na madrugada de 31 de dezembro de 2016 cruzou com a Hilux conduzida por Adriano na avenida Ernesto Geisel e foi fechado no trânsito. Logo estranhou a caminhonete ter mudado de faixa e se posicionado atrás do seu veículo enquanto aguardava no semáforo vermelho.

Ele afirma ter se identificado como policial e pedido para que os três ocupantes da caminhonete mostrassem as mãos. Mas logo, identificou que os três apresentavam estado de embriaguez e decidiu acionar a Polícia Militar, quando a briga aconteceu.

O novo júri foi remarcado para 30 de maio.
Foto/Divulgação