Julho marca melhor resultado com crescente receita das exportações de industrializados de Mato Grosso do Sul

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O novo tempo de melhorias e volta a normalidade econômica e sócio institucional do Pais, com um governo nacional sério e comprometidos, como pelo novo governo de Mato Grosso do Sul, já marcam o registro de melhorias e expansão da economia, seja pública, como privada. Assim, MS já colhe e soma bons resultados, como a Receita com exportação de industrializados, que alcançou no mês de Julho, o melhor patamar para o mês em série histórica, divulgada pelo Radar Industrial da Fiems (Federação das Indústrias de MS). Mas, além do mês passado, os demais meses estão somando para o acumulado do anos ser também positivo e crescente.

Conforme o Radar, a receita com a exportação de produtos industriais alcançou US$ 424,4 milhões de dólares em julho, que segundo levantamento indica um crescimento de 4% em relação ao mesmo mês de 2022, quando o valor ficou em US$ 422,5 milhões. Esse foi o melhor resultado já registrado para o mês em toda a série histórica da exportação de produtos industriais de Mato Grosso do Sul.

“O resultado representa a maior receita já alcançada com a exportação de produtos industriais no período de janeiro a julho”, afirmou o economista-chefe da Fiems, Ezequiel Resende.

Já no acumulado de 2023 a receita total alcançou US$ 3,068 bilhões de dólares, proporcionando crescimento de 8% em relação ao mesmo período de 2022, quando o valor ficou em US$ 2,828 bilhões. Quanto à participação relativa, no mês, a indústria respondeu por 53% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul. Já no acumulado do ano, a participação está em 49%.

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Grupos que apresentaram maior participação nas receitas de exportação

Ainda de acordo com Ezequiel Resende, os segmentos industriais que apresentaram maior participação nas receitas de exportação foram “Celulose e papel”, “Complexo frigorífico” e “Óleos vegetais e demais produtos de sua extração”, respondendo por 76% das exportações no período entre janeiro e julho.

No grupo “Celulose e papel”, a receita com exportações de industrializados alcançou em julho deste ano US$ 107 milhões. Já no acumulado de janeiro a julho, o valor foi de US$ 883 milhões. Os principais produtos exportados foram pastas químicas de madeiras e os principais compradores foram China, Estados Unidos, Itália, Holanda e Argentina.

Com relação ao grupo “Complexo frigorífico”, as exportações atingiram em julho US$ 112 milhões, enquanto que no acumulado do ano, o valor chegou a US$ 786 milhões. Os principais produtos comercializados foram carnes desossadas congeladas de bovino, pedaços e miudezas congelados de frango, carnes desossadas e refrigeradas de bovino e carne de suíno congelada. Os principais importadores foram China, Chile, Estados Unidos, Japão e Emirados Árabes.

Já quanto ao grupo “Óleos vegetais e demais produtos de sua extração”, a receita com exportações foi de US$ 78 milhões em julho e de US$ 643 milhões entre os meses de janeiro e julho. Os principais produtos exportados foram bagaços e resíduos da extração do óleo de soja, farinhas e pellets da extração do óleo de soja, óleo de soja refinado, farelo de milho e óleo de milho bruto. Os principais países compradores foram Holanda, Polônia, Índia, Indonésia e Venezuela.