Juíza de plantão em Assunção, Paraguai, negou neste sábado o pedido de prisão domiciliar feito pelos advogados do ex-jogador e de seu irmão

07/03/2020 16h25
Por: Redação

A juiza de plantão Clara Diaz, da Justiça paraguaia, negou o pedido de prisão domiciliar, feito pelos advogados, e decretou, neste sábado (7), a prisão preventiva de seis meses de Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão e empresário Roberto de Assis. Ela atendeu o pedido do Procuradoria Geral do Paraguai.

Ronaldinho e Assis deixaram o Palácio da Justiça e voltaram para a Delegacia de Segurança Máxima, em Assunção.

O cônsul do Brasil em Assunção compareceu ao Palácio para definir um possível local para o cumprimento da prisão domicilar de ambos. Ele saiu muito irritado após a decisão da juíza de decretar a prisão preventiva.

Presos em Assunção, Ronaldinho Gaúcho e Roberto de Assis, passaram a noite de sexta para sábado em uma cela comum no Grupo Especializado da Polícia Nacional, uma prisão considerada como de segurança máxima.

Entenda o caso

Entenda o caso Ronaldinho e Assis desembarcaram em Assunção na quarta-feira para participarem de um evento. Os dois foram pegos com documentos aduterados no país e passaram a ser investigados.

Os passaportes haviam sido expedidos em nome de outras duas pessoas e, postoriormente, adulterados.

Além disso, a promotoria acusou outras três pessoas: o empresário Wilmondes Sousa Lira, apontado pela defesa do ex-atleta como responsável pelos documentos falsos, e as paraguaias María Isabel Galloso e Esperanza Apolonia Caballero, que foram as paraguaias que constavam nos documentos expedidos.

Na quinta-feira, o fiscal Federico Delfino afirmou que Ronaldinho Gaúcho e Assis não seriam presos por entrarem com documentos falsos no Paraguai, tendo apenas que pagarem uma “multa social”.

Mas o juiz responsável pelo caso tomou uma decisão totalmente contrária nesta sexta-feira.

Com informações R7 e MSN

Ronaldinho Gaúcho e Assis passam a noite detidos no Paraguai. Getty Images

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