No mês de comemorações ao aniversário de 123 anos de Campo Grande, os leitores do Enfoque MS escolheram o Parque das Nações Indígenas como o cartão-postal da cidade.
A enquete perguntava “Campo Grande 123 anos: qual é o principal cartão-postal da cidade?”. O Parque das Nações Indígenas, com seus 119 hectares de área, ficou em primeiro lugar, com 52% dos votos. Em segunda colocação ficou o Bioparque Pantanal, com 29%, e a Morada dos Baís logo em seguida, com 8%.
A Igreja Nossa Senhora do Pérpetuo Socorro e a Esplanada Ferroviária não foram esquecidas, mas receberam a menor quantidade de votos.
Parque das Nações Indígenas
O parque reúne diversas opções de cultura, lazer, contemplação da natureza e prática desportiva, a poucos minutos do centro da cidade.
A vocação cultural do parque fica evidente no próprio nome. Algumas das nações indígenas que ocupavam o território sul-mato-grossense, não apenas batizam o lugar, como são representadas em cada um dos pórticos: kaiowá, guarany, nhandevá, kadiwéu, terena e ofaié.
O visitante que quiser aprofundar o conhecimento sobre a cultura indígena pode visitar o Museu das Culturas Dom Bosco (portal nhandevá), que possui vasto acervo de peças indígenas, além de exemplares embalsamados da fauna do Pantanal. Outra opção cultural é o Museu de Arte Contemporânea (portal kadiwéu), que abriga exposições permanentes e acervo de 1,5 mil obras produzidas por artistas plásticos regionais.
O contato com a fauna silvestre pode ser uma experiência gratificante para quem visita. Durante o passeio, é possível avistar capivaras, tatus, tamanduás, araras e tucanos. Isso ocorre porque a área é contígua a uma reserva ecológica, e além disso, o córrego Prosa, que atravessa o parque, possui a mata ciliar preservada. Mas a Polícia Militar Ambiental adverte: é proibido nadar ou pescar nas águas do parque, e não é recomendado dar alimentos aos animais silvestres.
O parque dispõe de 4,1 km de pista de caminhada e ciclovia, e quatro pontes sobre o córrego Prosa. Há ainda um lago de contenção (portal kaiowá), em cujo entorno só é permitido fazer caminhadas.
O Parque das Nações Indígenas também serve de palco para atrações musicais: a Concha Acústica Helena Meirelles (portal kadiwéu), com capacidade para 1 mil espectadores e que recebe regularmente shows de artistas regionais; e um espaço na parte central do parque (portal kaiowá), destinado a show de artistas de renome nacional.
A área destinada à prática de esportes (portal terena) conta com pistas de skate e patins, três quadras poliesportivas e quatro quadras de areia. A segurança do parque é de responsabilidade da Polícia Militar, que conta com um posto permanente.
Também, dentro do parque, temos Bioparque Pantanal, o maior aquário de água doce do mundo, que começou a receber visitantes neste ano.





















