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A Associação de Amparo à Maternidade e à Infância – Maternidade Cândido Mariano, em Campo Grande, recebeu mais de mil itens de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), entre máscaras, capotes e privativos, produzidos com mão de obra prisional, através da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen).

Em Mato Grosso do Sul, a Maternidade Cândido Mariano é a maior em seu seguimento e respondeu nos últimos três anos por aproximadamente 15% da demanda de partos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado, sendo 56% somente em Campo Grande.

Maior maternidade de MS ganha mais de mil EPIs produzidos com mão de obra prisional
Dr. Cezar Luiz destacou a importante doação recebida da Agepen

Com a doação dos EPIs, a Agepen recebeu um agradecimento oficial enviado pela direção da Maternidade Cândido Mariano. No documento, o diretor-presidente da Maternidade, Cezar Luiz Galhardo, destacou a importante doação realizada pela Agepen, contribuindo com a redução do custeio mensal de insumos da instituição filantrópica de saúde.

Produção

Além de atender os funcionários da maternidade, o trabalho voluntário de homens e mulheres em situação de prisão já rendeu a produção em larga escala, oferecendo suporte a diversas instituições públicas e sociais.

Atualmente, os materiais estão sendo produzidos em 22 unidades penais da Agepen, distribuídas em 17 municípios. A iniciativa proporciona ocupação produtiva aos reeducandos e contribui no combate à pandemia no Estado.

Em Campo Grande, as doações já alcançaram dezenas de órgãos públicos, hospitais e instituições sociais como Lar do Idoso Sirpha, Cotolengo Sul-mato-grossense, Casa da Mulher Brasileira, Penitenciária Federal de Campo Grande, entre outros.

Maior maternidade de MS ganha mais de mil EPIs produzidos com mão de obra prisional

Além de atender prefeituras municipais e reforçar a atuação preventiva de profissionais de saúde e segurança pública em diversas regiões do Estado.

Conforme o diretor-presidente da Agepen, Aud de Oliveira Chaves, o sucesso da ação se deve ao trabalho conjunto de diversos parceiros e colaboradores, além do empenho dos servidores penitenciários e reeducandos.

“Esse reconhecimento demonstra que as ações desenvolvidas têm ultrapassado as muralhas dos presídios e feito a diferença em outros segmentos sociais, contribuindo para a ressocialização dos apenados e levando maior prevenção à Covid-19 para a população”, destacou.

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