Na Operação, a Polícia Militar aplicou quase 400 testes. A blitz ocorreu na Avenida Afonso Pena
A Operação Lei Seca da Polícia Militar, com apoio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), registrou 54 casos de recusas ao teste do bafômetro na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande.
O balanço foi divulgado na manhã deste domingo (4) e, ao todo, foram realizadas 391 abordagens durante a ação.
Ainda, o Batalhão de Trânsito da PM aplicou 27 autors de infração de trânsito, sendo quatro por flagrar motoristas não habilitados e mais dois por dirigir com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa. Sete veículos foram recolhidos ao pátio do Detran.
Esta foi a segunda ação desta semana. Ontem (2), outros 38 motoristas que se recusaram a fazer o teste do bafômetro por suspeita de embriaguez ao volante.
Quase R$ 3 mil de multa
Quando o ar expelido pelo condutor, no etilômetro, aponta o índice de até 0,34 mg de álcool por litro ou o motorista recusa-se a soprar o bafômetro, são consideradas infrações gravíssimas, de acordo com os artigos 165 e 165-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Conforme o Detran, nestas duas situações, o valor da multa aplicada é de R$ 2.934,70 e, além disso, o condutor “responde a um processo de suspensão da carteira de habilitação”.
Caso haja reincidência em um período de 12 meses, a pena é aplicada em dobro, isto é, R$ 5.869,40 e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do condutor é cassada.
Prisão
Já nos casos de embriaguez ao volante, em que o motorista apresenta um índice acima de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar, configura-se como crime de trânsito quando, condenado, o motorista, além das multas e suspensão da CNH, cumpre de seis meses a três anos de prisão, conforme prevê a Lei Seca.




















