Menina é internada em hospital após apontado estupro de jovem padrasto na Capital

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Disque 100 recebeu mais de 99 mil denúncias de violações de direito das crianças (Foto: Elza Fiuza/EBC)

Os casos de violência contra a mulher e crianças parece que piorou e virou ‘epidemia’ em Mato Grosso do Sul, que já vem a muito tempo sendo um dos primeiro na lista dos Estados do Brasil com maior potencial violento na questão de gênero. Assim, nesta quinta-feira (27), uma menina de 9 anos teve até de ser internada em um hospital de Campo Grande depois de possivelmente ter sido estuprada pelo padrasto de 20 anos. Ele até já foi preso, mas nega o crime.

O jovem, então suspeito, negou os crimes, mas foi encaminhado para a delegacia. O caso será investigado pela DEPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente). O fato a ser apurado, que o apontado ato pela garota, não deu preocupação no seu algoz. O rapaz não teria se preocupado em limpar o local, onde pode ter praticado o crime de estupro de vulnerável, pois o chão continha sangue provavelmente da garota.

O relato feito à polícia é de que a mãe havia saído para trabalhar e quando retornou por volta das 15 horas para sua casa encontrou a filha com comportamento estranho na varanda e sangrando nas partes íntimas. Ela questionou a criança sobre o que teria ocorrido e neste momento a menina contou que havia sido estuprada.

A criança disse que foi levada até o banheiro pelo padrasto e violentada por ele. Ela não teria relatado como o jovem praticou o abuso sexual.

Verificando banheiro

Ao entrar no banheiro, a mãe da menina viu que o chão estava sujo de sangue, assim como, as roupas que a criança estava usando no momento do abuso. 

A avó da menina que mora no mesmo terreno contou que estava cuidando da outra neta e não teria visto o crime, já que também toma remédios controlados e poderia ter dormido quando a criança foi abusada. 

A polícia foi acionada e quando chegou à residência percebeu que o homem estava embriagado. O autor negou os fatos e foi levado para a delegacia.

Já a mãe e a criança foram encaminhadas para uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento), mas depois foram para um hospital, onde a menina está internada em observação.