A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina , durante lançamento. (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência BR)

Tereza Cristina, ministra da Agricultura Pecuária e Abastecimento, natural do Mato Grosso do Sul, foi listada na última semana como uma das 100 mulheres protagonistas nas mudanças econômicas, sociais, ambientais e políticas no Agro pela revista Forbes.

A revista Forbes lançou no último dia 15 de outubro a primeira lista das “100 Mulheres Poderosas do Agro”, a listagem foi divulgada no dia em que é comemorado, o Dia Internacional da Mulher Rural, instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 1995.

Além de Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, outra Sul-mato-grossense foi citada na seletiva lista a líder sindical rural Edy Elaine Tarrafel.

A Forbes é uma das maiores e mais conceituadas revistas de negócio e economia do mundo, selecionou representantes atuantes em movimentos do campo. O intuito é dar destaque a figuras femininas influentes no agronegócio.

Para chegar aos 100 nomes, a Forbes Brasil foi a campo pesquisar, perguntar, buscar orientação de lideranças e também resgatar informações de reportagens especiais. São mulheres que se destacam em diferentes setores do agronegócio: elas estão presentes na produção de alimentos de origem vegetal e animal, na academia, na pesquisa, nas empresas, em food techs, em consultorias, em instituições financeiras, na política, nas entidades e nos grupos de classe e, mais do que nunca, nas redes sociais.

Edy Elaine Tarrafel – Pecuarista sul-mato-grossense, aparece em 36º lugar na lista. A jovem é presidente dos sindicatos rurais dos municípios de Ivinhema e Novo Horizonte. Iniciou cedo sua trajetória no ramo, assumindo a propriedade da família quando tinha 20 anos de idade. Em 2002 se tornou a primeira mulher a assumir a presidência do sindicato.

Tereza Cristina – A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina Correa da Costa Dias, aparece na lista em 95º lugar. Engenheira agrônoma, Tereza trabalhou por dez anos na propriedade da família, em Mato Grosso do Sul, antes de iniciar sua trajetória na vida pública.

No cargo desde 2009 a ministra se destaca em seu trabalho pela abertura de novos mercados para os produtos brasileiros, a integração da agricultura familiar nas políticas de agro e a preparação do país para encontros internacionais.

Foi secretária de Desenvolvimento Agrário, Produção, Comércio, Indústria e Turismo de MS, quando foi criada a ZAV (Zona de Alta Vigilância) para combater a febre aftosa na região da fronteira de MS com o Paraguai e Bolívia.

Licenciou-se em 2019 do mandato de deputada federal na legislatura 2015-2019, para assumir o cargo de ministra do atual governo do presidente Jair Bolsonaro.

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