O Estado não tinha ocorrência de óbito por esta doença respiratória desde 2020
Mato Grosso do Sul confirmou por meio de exames em laboratório o registro das duas primeiras mortes atribuídas a Influenza tipo ‘A’ H1N1 neste ano. O Estado não tinha morte por esta doença respiratória desde 2020.
As vitimas são dois homens, um residente no município de Campo Grande com 80 anos (óbito em 14/10/22) e o outro residente de Caracol, com 65 anos (óbito em 18/10/22). De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) ambos estavam com doenças de base como cardiopatia crônica e doença renal crônica. Nos dois casos, não há registro de terem sido vacinados para Influenza.
Com estas novas vítimas fatais, o Estado também bateu recorde de mortes por Influenza em série histórica iniciada em 2009. No total das mortes por H1N1 e H3N2 em 2022, além de dois casos não subtipado, o total de óbitos por Influenza em Mato Grosso do Sul já atinge 105 mortes. Com isso o Estado supera as 103 mortes atribuídas a doenças respiratórias registradas em 2016.
Nesta semana epidemiológica, uma terceira vítima morreu após complicações de saúde geradas pela Influenza tipo ‘A’ H3N2. Com isso, o Estado chegou a 101 mortes por esta doença.
Os dados foram divulgados pela SES na nessa terça-feira (24) e são referentes a informações compiladas entre os dias 18 e 24 de outubro.
Com a atualização do boletim desta semana, são ao todo 10.789 casos notificados de hospitalização por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), 521 casos confirmados para Influenza, sendo 511 de H3N2 e sete registros de casos de H1N1.
O boletim epidemiológico da Influenza é elaborado pela Gerência Técnica de Influenza e Doenças Respiratórias, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.





















