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Rico em nutrientes e consumido de forma adequada, é opção saudável para refeições

Pão francês, pão caseiro, pão de cereais, ciabatta, bisnaguinha, pão sírio, pão doce e pão italiano são algumas das qualidades de um dos alimentos mais tradicionais e consumidos em todo o mundo, o pão. Com uma história milenar, que remonta ao Egito antigo, quando foi descoberta a fermentação do trigo, o pão ganhou uma data em homenagem, celebrada nesta sexta-feira (16). A comemoração foi instituída em 2000, em Nova York, pela União dos Padeiros e Confeiteiros.

Apesar de ser visto muitas vezes como vilão, especialmente nas dietas, o pão é um alimento rico em nutrientes e que se consumido adequadamente, não precisa ser cortado por completo do cardápio, explica a nutricionista do Fort Atacadista, Sheili Negrão Gomes.

“O que limita uma dieta não é o que consumimos e sim a quantidade a ser consumida”, ressalta a nutricionista, que cita ainda que o pão é fonte de proteína, possui cálcio, ferro e uma variedade de vitaminas e fibras.

“O pão é associado ao aumento de peso, o que é uma injustiça, já que também podemos aderi-lo ao nosso dia a dia, pois o corpo precisa de 60% de carboidratos, que nos dão energia, disposição e ânimo, além de promover a formação do hormônio que regula o humor, a serotonina”, defende Sheili.

Segundo a especialista, a variedade integral é a melhor opção, já que é mais fácil de digerir e possui carboidratos mais complexos. “É importante lembrar que o pão é realmente calórico, por isso deve ser consumido com moderação, mas não cortado da dieta. A dica é consumir o pão sempre que possível com outra fonte de proteína, como ovo mexido e enriquecer com outras fontes de fibras”, enfatiza.

Ela acrescenta também que o pão integral pode ser consumido por diabéticos, por conter fibras e ajudar na redução do açúcar no sangue. “Para as gestantes, o pãozinho fornece ácido fólico, que ajuda na formação fetal”, complementa.

A nutricionista ensina ainda que o tradicional café da manhã do brasileiro, constituído por pão e manteiga, e o próprio cafezinho, não precisa ser abolido por completo. “Ao acrescentar uma fruta, por exemplo, a refeição se torna balanceada e bastante nutritiva”, finaliza.

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