Muito se fala em pandemia, porém, o que não se pode esquecer são as doenças com data marcada e que volta e meia assombram a população do Mato Grosso do Sul. Uma das mais conhecidas é a dengue, doença endêmica propagada pelo mosquito Aedes Aegypti, que também transmite a chykungunya e a Zica.
Somente nesta semana foram adicionados mais 255 notificações de casos suspeitos de dengue no estado, isso é o que demostra o boletim epidemiológico semanal divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) e elaborado pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas do setor de Vigilância em Saúde.
Com as possíveis notificações desta semana, MS passa a acumular um total de 742 casos de dengue. Destes, 12 já tiveram diagnóstico positivo para o vírus, confirmados por meio de critérios clínicos e ainda outros 32 através de exames laboratoriais.
Em Dourados, segunda maior cidade do Estado, somente nesta semana foram registrado seis casos prováveis, com três confirmações até o momento.
No ranking dos município com maior índice de casos da doença está São Gabriel do Oeste com 92 casos contabilizados desde o início do ano.
Apesar do número de casos existentes, durante este ano ainda não houve registros de mortes em decorrência da doença do Mato Grosso do Sul, mas, vale destacar que em 2021 foram 14 pessoas a perderem a vida no estado.
A dengue possui várias formas sintomáticas de se manifestar, podendo ser em sua forma mais grave como nos casos hemorrágicos, como de maneira mais benigna. Em todas as situações ela apesenta um quadro febril agudo, que podem se agravar conforme a condição clínica de cada indivíduo. Um fato importante a ser levado em conta é pré-disposição de manifestação mais grave em quem já contraiu o vírus.
Orientação
Na luta contra a doença a melhor arma é a prevenção. Em estações úmidas e quentes como costuma ser o verão brasileiro, garrafas, potes, pneus, vasos de plantas devem ser mantidos sempre secos evitando o acúmulo de água em qualquer recipiente que possa ser moradia do mosquito transmissor.











