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A Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) do Paraguai, revelou hoje (13) que o piloto Carlos Roberto Cuellar Bravo de 60 anos, preso na quarta-feira (7) com 431 quilos de cocaína e uma aeronave, teve uma vida dedicada ao narcotráfico.

Bravo foi preso em uma lavoura de soja a 100 km do território sul-mato-grossense, após o avião Cessna 210 que ele pilotava ser perseguido por aeronaves da Força Aérea paraguaia, que resultou em um pouso forçado e prisão.

Segundo a Senad, Carlos Gravo “tem impressionante histórico no tráfico internacional”, afirmaram.

Ele já era alvo de investigações de outras agências antidrogas da América do Sul, como a DEA (Drug Enforcement Administration), órgão do Departamento de Justiça dos Estados Unidos encarregado de repressão e controle de narcóticos. A DEA monitorava as rotas a cerca de 20 anos usadas por Carlos Bravo.

Além disso, a Senad informou que Bravo já tinha diversas passagens pela polícia, sendo preso em 1992, 1994, 2002, 2017 e agora novamente em 2020.

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