Um professor de 42 anos, em cidade do interior de Mato Grosso do Sul, estaria errado de qualquer jeito, ao ficar com uma aluna e ainda menor de idade, apesar da garota de 14 anos, afirmar que nada foi forçado. Mas, o homem, que até pela idade é o único e maior responsável e ainda “fora da lei”, vai ficar com uma situação ainda pior, sendo acusado de estupro de vulnerável, que é um crime contra criança e adolescentes de até 14 anos incompletos. Hoje, a menina já completou a idade, que o livraria da pior acusação, mas os fatos ocorridos foram registrados antes disso, faltando dois dias para que a adolescentes completasse a idade que tiraria o crime de maior gravidade da ficha do “professor”.

Conforme registros policial do casos, a Mãe descobre que professor estuprava filha ao ver mensagens de WhatsApp, enviadas por ele a filha, mas que ela acessou por acaso. Ao pegar o celular da filha de 14 anos e ler mensagens no aplicativo, a mulher acabou descobrindo que a menina tinha um ‘caso’ ou havia sido estuprada pelo professor de 42 anos, que ministrava aulas na escola da menina, em uma cidade de MS.

O crime foi descoberto pela mãe da menina no último dia 4 de outubro, mas com provas datadas bem anterior, o que fez ela procurar a delegacia da cidade para fazer o registro do boletim de ocorrência. A adolescente teria sido estuprada entre os dias 1º e 13 de agosto. Dois dias depois, a adolescente fez aniversário, em 15 de agosto, completando os 14 anos, e apareceu com um presente, que teria dito que era dado por uma professora.

De acordo com registros, a garota após dia de aniversário mostrou a mãe um relógio que disse ter sido presenteada por uma de suas professoras, a quem a menor teria supostamente prestado um favor. Mas, a mulher desconfiou e questionou a filha perguntando se o relógio não teria sido dado a ela por outro professor.

À policia, a mãe declarou que o autor era conhecido dela e ela via, que o mesmo se mostrava muito solícito e atencioso com a adolescente. Após pressão, a garota acabou admitindo que teria sido ele, quem deu o relógio. Mas, o caso ainda não teria sido ventilado e muito menos ‘descoberto’ pela genitora da garota;

Menina se entregou

O caso foi vir a tona ou começou a parecer, com nervosismo da menina, que se entregou, ao não querer deixar a mãe mexer no seu celular. Após um mês do aniversário e dito presente, a mãe pediu o celular da garota para enviar mensagem para a outra filha.

Mas, a menina se negou dizendo que iria quebrar o celular, caso a mãe pegasse o aparelho. Após conseguir acesso ao aparelho, a mãe encontrou mensagens entre ela e o professor, que indicava o crime. A menina acabou confessando a mãe que havia saído com o professor e antes disso era virgem.

A mulher ligou para o professor para tirar satisfação, mas ele negou o crime.

O delegado pediu a produção antecipada de prova, com a oitiva da menina por depoimento especial, com audiência marcada para está sexta-feira (22). Mas, nada foi divulgado se o depoimento foi realizado ontem.

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