A classe se reunião em frente a prefeitura esta tarde por não concordar com reajuste concedido pelo município
Após a conclusão da reunião realizada nesta quinta-feira (24) entre prefeito e professores, as parte não chegaram a um consenso e realizarão um novo encontro na quarta-feira (2) da próxima semana, onde espera-se que seja definido o reajuste.
Na tarde desta quinta-feira, vários professores se reuniram em frente a prefeitura de Campo Grande, onde protestavam por não concordar com o reajuste escalonado de 32,18 % e solicita um aumento de 33,24%, no entanto a prefeitura se manteve firme em afirmar que não tem condições de arcar com o compromisso exigido. Vale ressaltar que a porcentagem solicitada pelos professores é a prevista pelo Governo Federal.
A administração municipal contabiliza que o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), repassou somente R$ 668 milhões a Campo Grande no ano de 2021, enquanto a folha salarial dos professores foi de R$ 931 milhões no ano.
Sendo assim a prefeitura estima que neste ano não será diferente e que o pagamento sobrará para os cofres do município, fato que seria inviável no fechamento das contas.
Marquinhos ainda argumento que tende a crer que a manifestação dos professores esteja politizada, principalmente por que não acatando a proposta municipal de escalonamento, a categoria teria aumento de até 70%, muito superior a outras classes de trabalhadores.
Já o professores pedem 33,24% este ano e os demais 36,29% escalonados até 2024, fora a inflação”, relatou o prefeito, destacando que na reunião de hoje, foi realizado uma nova proposta, de escalonamento, mas com novos índices, sendo estes de 10,06% da inflação de forma imediata e mais 12,5% nos meses de maio e outubro do próximo ano, e ainda mais a inflação registrada até a data-base, que é maio.
Na quarta-feira, após a realização de uma nova reunião com o prefeito, os professores devem se reunir em assembleia na sexta-feira (4) para definir se aceitam ou não a proposta. Conforme os professores, existe a possibilidade de paralisação, prevista para 4 de março e ainda, indicativo de greve caso a petição da categoria não seja acatada.





















