Professores pedem a Marquinhos reposição salarial desde 2015

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Os professores buscam respostas a correção do município desde 2015, os índices são de 4,17% a 21,17%

30/04/2019 17h48
Por: Da redação

A ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública) levou na tarde de hoje (30), uma proposta de reajuste salarial ao atual prefeito Marquinhos Trad (PSD). A relação mostra à correção salarial acumulada dos últimos quatro anos, ou seja, desde 2015.

Segundo o presidente do sindicato, Lucílio Nobre, os percentuais de 4,17% são relativo à correção do piso nacional do magistério (hoje em cerca de R$ 2 mil para o início de carreiras e 20 horas semanais) neste ano, já a correção de 21,17%, é refente ao índice que abrange um passivo acumulado desde 2015 e que caberia apenas ao município.

A ACP resslta ainda que o Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização do Magistério) prevê o repasse de R$ 39 milhões neste ano ao município, o que representa 70% da folha do magistério.

De acordo com o site Campo Grande News, Lucílio disse que os percentuais referentes à prefeitura não são pagos há quatro anos, chegando hoje a uma correção superior a um quinto dos vencimentos no magistério municipal. A intenção é apresentar os números ao município para verificar o que seria possível para o reajuste.

“Queremos conversar com o prefeito, saber se há alguma proposta, e depois levar para a categoria em uma assembleia geral para passar ao município o que eles encaminharem”, destacou Lucílio, torcendo para que “prevaleça o diálogo com o Executivo para que não haja prejuízo a ambas as partes”.

A prefeitura estuda a possibilidade de parcelar o reajuste dos professores, como ocorreu no ano passado. Já que, atualmente, a folha de todo o funcionalismo consome 52,2% da receita corrente líquida ficando acima do chamado limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, de 51,3%. O que pode impedir o reajuste de salários.

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