A”Qualidade Agro 5S” aprimora segurança alimentar em propriedades no Mato Grosso do Sul

15/04/2020 10h20
Da redação com informações da assessoria

O mercado consumidor, que já é exigente, passa a dar ainda mais atenção para a segurança alimentar em tempos de pandemia. A limpeza do local de trabalho, por exemplo, é sinônimo de qualidade. Por isso, iniciativas como o programa Qualidade Agro 5S, desenvolvido pelo Senar/MS, estão fazendo a diferença nos resultados das propriedades do estado. Esse é o tema da editoria ‘Educação no Campo’ desta quarta-feira (15).

A principal relação entre produtor rural e mercado consumidor está na qualidade da entrega e nos compromissos estabelecidos, garantindo que os produtos de fato sejam sustentáveis, cumprindo os critérios necessários. Todos esses pontos integram os cinco sensos do programa do Senar/MS.

“O ideal é que o ambiente esteja limpo, pintado, organizado e bem iluminado. Isso inclui uma boa limpeza na parte interna para retirar resíduos e evitar a entrada de animais peçonhentos, além de permitir uma melhor visualização do local, identificando algo que possa ser melhorado ou retirado. Este item está diretamente ligado à saúde e higiene, detalhes que trarão reflexos no produto final”, comenta o instrutor Volmir Meneguzzo.

Auxiliar o produtor rural na organização do empreendimento, na evolução dos ganhos e na sustentabilidade são os principais focos do programa. “A iniciativa orienta e sensibiliza produtores e trabalhadores rurais quanto à relevância das políticas de qualidade e à importância de estruturar os cinco sensos. O programa é fundamental na melhoria da qualidade de qualquer atividade agropecuária”, explica a coordenadora do programa, Pauline Cury.

Entre os resultados obtidos nas propriedades estão otimização do tempo, redução de custos, menos desperdício, melhoria do bem-estar e da segurança no trabalho e aumento na qualidade dos produtos, itens indispensáveis durante a pandemia da Covid-19.

A higiene é um dos quesitos propostos pelo Qualidade Agro 5S. “A limpeza e desinfecção das instalações fazem com que os animais sejam seguros sanitariamente; os funcionários incorporam a autodisciplina e responsabilidade. O resultado é a segurança alimentar para o consumidor”, comenta a analista técnica, Fernanda de Oliveira.

Divulgação

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