O futuro novo governo de Mato Grosso do Sul, que não será tão novo, com mesmo grupo político na administração, foi definido por Eduardo Riedel, governador eleito para gestão 2023-2026. Ridel, apresenta o organograma para o próximo Governo na manhã desta terça-feira (6), na Assembleia Legislativa, sem muitas mudanças, além dele ser já um inédito sucessor de governo presente, onde então era secretário, e agora será o mandatário. As maiores mudanças devem ficar na nomenclatura e remanejamento de Fundações.
No Estado todos os gestores que até tiveram dois mandatos, se reelegendo, nunca fizeram o então sucessor, como agora, conseguiu o governador Reinaldo Azambuja, que deve ter aconselhado e estará vendo Ridel manter a atual estrutura do governo do Estado. A partir deste envio a AL-MS, Ridel partirá então para definição de novo secretariado ou até também se manterá nomes atuais, que compõem todo o grupo tucano e aliados, mas que contemplem todos, incluindo alguns novos aliados.
Hoje, o número de secretarias atuais são 11, que será mantida, conforme minuta de Projeto a ser exposto aos deputados para aprovação Legislativa. Ridel apenas aponta que o tamanho que já vem sendo realizada na estrutura, terá ou ele fará apenas mudanças internas, alguns remanejamentos dentro da estrutura já definida.
Uma grande mudança que foi estudada e havia possibilidade era uma divisão da super pasta da Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), que abriga diversas autarquias, incluindo Iagro, Agraer, Jucems, Fundtur, entre outras. Porém, Riedel acabou por preferindo manter o mesmo modelo e assim, o número de secretarias.
Secretários
As pequenas mudanças serão feitas apenas para melhor divisão do trabalho para os novos secretários. Só a partir de agora o novo governador começa a conversar com os escolhidos para secretarias.





















