Presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Carlão (Foto: Izaias Medeiros/divulgação)

Carlos Augusto Borges está em seu quarto mandato

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Carlos Augusto Borges (PSB), o Carlão, disse em entrevista ao Enfoque MS que sentiu ser necessário assumir a principal cadeira do Legislativo municipal neste ano porque senão o tempo iria passar. Em seu quarto mandato como vereador, Carlão afirmou que já tinha aberto mão do cargo anteriormente, mas desta vez preferiu insistir.

“Há dois anos abri mão pro João Rocha, eu queria mas o prefeito chamou para conversar. Agora entendi que se não fosse ia passar, o tempo ia passar. Eu sempre quis ajudar a cidade de alguma outra forma, não é o ego de ser presidente. Quero colocar meu nome na história de Campo Grande. Eu fiz três mandatos e estou indo para o quarto, acho que tenho mais contribuição para a cidade”, destacou. 

Como presidente da Casa de Leis, Carlão afirmou que pretende manter a harmonia entre os partidos representados ouvir a sociedade e também entre o Executivo e Legislativo. “Quando a pandemia acabar quero voltar com as sessões nos bairros, trazer a população mais perto. Infelizmente o projeto parou em 2016 porque muitas lideranças usavam do microfone para fazer política, e não ajudar o bairro que mora. Com o prefeito Marquinhos está bom o diálogo. A prefeitura tem o objetivo é ajudar a cidade e a Câmara vai colaborar com responsabilidade, celeridade e independência”, disse.

Como presidente, Carlão disse que reconhece como outro desafio no mandato. Ele afirma que agora precisa, além de atender os bairros que representa, atender também os demais membros da sociedade civil organizada. “Abro mão do trabalho comunitário para atender o prefeito, deputado, desembargador, claro que não vou deixar de atender os bairros mas, também preciso atender os poderes. Tive audiência com Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas. Sabia que como presidente teria que mudar o perfil, terei uma agenda apertada”, avaliou.

Carlão espera ainda uma mudança nas 29 cadeiras, a expectativa é que vereadores tucanos João Rocha e João César Mattogrosso assumam postos nas administrações municipal e estadual para que os suplentes Ademir Santana (PSD) e Claudinho Serra (PSDB) assumam cadeira na Câmara. “Acredito que a prefeitura e o governo estão trabalhando para isso, mas nada confirmado ainda”, disse.   

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