(Foto: divulgação Ascom Fiems)

Como a escola pode contribuir para que os alunos construam seus próprios projetos de vida? Esse foi um dos questionamentos debatidos durante a Bett Brasil 2022, evento sobre educação, inovação e tecnologia que é realizado em São Paulo (SP). 

Estudo apresentado na feira pelo palestrante Paulo Emílio de Castro Andrade, diretor de educação do Instituto Iungo, aponta que 60% das crianças e jovens têm projetos de vida frágeis, idealizados ou centrados no consumismo. Segundo o especialista, a maioria dos jovens passa pelas escolas sem conseguir construir degraus entre seus sonhos e as ações que devem ser tomadas a partir deles.

Para o gerente de educação do Sesi, Josebene Lima de Moura Filho, professores e gestores das escolas precisam contribuir cada vez mais para que os alunos construam seus projetos de vida, já que a educação exerce grande impacto na vida das crianças e dos adolescentes.

A pandemia acelerou vários processos, e na educação não tem sido diferente, na avaliação da gerente de negócios do Sistema Fiems, Cecília Fraga Rezina. Por esse motivo, a gestora entende que a escola precisa ser orgânica e se adaptar às rápidas transformações sociais e econômicas, no sentido de oferecer ensino de melhor qualidade aos alunos.

Já para a diretora da Escola Sesi de Dourados, Rose Liston, os estudantes devem sempre ser ouvidos em suas necessidades e demandas em ambiente escolar, para que desenvolvam pensamento crítico e sejam protagonistas na construção de projetos de vida.

Sesi e Senai discutem como escolas podem ajudar alunos a construir projetos de vida

Uma comitiva de 22 gestores em educação do Sesi e do Senai viajou à capital paulista para acompanhar a Bett Brasil 2022. O evento encerra nesta sexta-feira (13/05).

Fonte: Ascom Fiems

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