Marcos Maluf/CG Newws

Equipes do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e do Grupo Armado de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros (Garras) deflagraram na manha desta quarta-feira (2) a sexta fase da Operação Omertà, que investiga que investiga execuções em Mato Grosso do Sul praticada por uma organização criminosa, que seria chefiada por Jamil Name, de 81 anos, atualmente preso na Penitenciária Federal de Mossoró.

São cumpridas três ordens judiciais em Campo Grande. Uma delas, na casa do deputado estadual Jamilson Name (sem partido), no bairro Itanhangá.

Três advogados acompanham as buscas em computadores e documentos na casa do parlamentar, que é filho de Jamil Name, preso desde outubro de 2019 na Penitenciária Federal em Mossoró, no Rio Grande do Norte, apontado como líder da organização criminosa.

Outro mandado de busca é cumprido na empresa Pantanal Cap, também na procura de informações/dados em eletrônicos e documentos.

Informações extraoficiais dão conta que serão encerradas as atividades da empresa e ela deve ser lacrada.

O empresário Janmil Name teve na última segunda-feira (30), a prorrogação da sua permanência na Penitenciária Federal, por mais um ano. Na decisão, o juiz Walter Nunes da Silva Junior, da Corregedoria da Penitenciária Federal, afirma que a permanência de Name no Rio Grande do Norte é uma “medida que se impõe, para afastá-lo da proximidade diária entre os demais componentes da associação criminosa da qual faz parte, de modo a desarticular qualquer tipo de ato ardiloso que seja nocivo à normalidade social”.

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