Segundo a polícia, investigado era apontado como autor dos disparos que mataram padrasto e criança em Cassilândia; outro suspeito também morreu
O homem apontado pela polícia como responsável pelos disparos que mataram um homem, de 27 anos, e a enteada dele, de 3 anos e 8 meses, em Cassilândia, morreu durante um confronto com equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar na madrugada desta quarta-feira (5). Outro suspeito também morreu na mesma ocorrência, que aconteceu no município localizado a cerca de 430 quilômetros de Campo Grande.
Segundo informações preliminares, os policiais realizavam diligências para localizar envolvidos no atentado ocorrido no último sábado (1º), quando encontraram os dois suspeitos. Durante a ação, houve confronto e ambos foram atingidos e morreram.
Ainda conforme a apuração inicial, armas de fogo [três revólveres e uma espingarda] e porções de drogas foram apreendidas durante a operação. A ocorrência seguia em andamento e novas informações devem ser divulgadas após a conclusão dos procedimentos policiais.
Investigação aponta possível disputa entre facções
A Polícia Civil investiga se o crime ocorrido na noite do último sábado (1º) tem relação com uma disputa entre facções criminosas que atuam no país, envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).
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Segundo informações apuradas durante a investigação, a vítima morta no carro teria ligação com uma organização criminosa e o ataque poderia estar relacionado a uma disputa interna entre grupos rivais.
Após o crime, um suposto comunicado divulgado nas redes sociais, atribuído ao Comando Vermelho, afirmou que a execução teria sido determinada pelo PCC. A autenticidade do material ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades.
No texto divulgado, o grupo negava participação no atentado e afirmava que a morte da criança teria ocorrido por consequência de uma ação atribuída à facção rival.
Piloto de moto usada no ataque foi preso
Na segunda-feira (3), a Polícia Civil prendeu um homem suspeito de pilotar a motocicleta utilizada para levar o atirador até o local do crime e auxiliar na fuga.
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Segundo a investigação, o suspeito teria confirmado em depoimento que conduziu a motocicleta antes e depois dos disparos.
A polícia continua apurando a participação de outras pessoas, a motivação do ataque e a eventual relação definitiva do caso com a disputa entre organizações criminosas.





















