Armado e trocou tiros com a equipe policial, que reagiu. (Foto/Divulgação)

O homem de 36 anos morto na manhã de ontem (14), pela polícia no quarto de uma pensão onde morava no bairro Jóquei Clube de apelido Tucano, já tinha várias passagens pela polícia acumulando uma ficha extensa inclusive por homicídio.

O homem era suspeito de participar de um latrocínio, roubo seguido de morte, ocorrido no início deste mês, onde a artista plástica Catarina Maria Marquesi Moreira, de 72 anos foi morta.

Conforme informações da polícia, o suspeito já fora preso no passado e que também teria cometido homicídio, registrado no ano de 2003. Já em 2014 cometeu crimes de roubos e furtos, onde agia com violência.

Seu último delito investigado se trata do latrocínio cometido no último dia 4, que vitimou Catarina Maria de 72 anos.

O homem foi morto na sexta-feira (14), na Rua Ouro Branco, no Bairro Jóquei Clube, estava no quarto onde morava, almoçando por volta do meio-dia, quando os policiais o surpreenderam batendo no portão, solicitando a entrada. Ainda conforme informações da equipe policial o suspeito estaria armado, atirando contra eles, resultando na troca de tiros que causou a morte do criminoso.

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