
Mobilização marcada para quinta-feira terá pautas como fim da escala 6×1 e concursos públicos
Em meio às discussões sobre jornada de trabalho, valorização profissional e direitos previdenciários, trabalhadores de diferentes categorias devem ocupar as ruas de Campo Grande na próxima quinta-feira (30), durante a Marcha da Classe Trabalhadora de Mato Grosso do Sul. O ato acontece às vésperas do Dia do Trabalhador, com concentração prevista para as 14h, na Praça do Rádio Clube.
A mobilização é organizada pela FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) , CUT-MS (Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul), CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) e outras entidades sindicais e movimentos sociais.

Entre as principais pautas defendidas pelos organizadores estão o fim da escala 6×1, a realização de concursos públicos, o combate à terceirização no serviço público, o fim da cobrança previdenciária de 14% sobre aposentados e ações de enfrentamento à violência contra as mulheres.
A presidente da FETEMS, Deumeires Morais, afirmou que a mobilização busca fortalecer a união dos trabalhadores em defesa de direitos e valorização profissional.
“Precisamos ocupar as ruas para defender direitos, garantir valorização profissional e mostrar a força da classe trabalhadora. A educação está diretamente ligada a essas pautas, porque não há qualidade sem condições dignas de trabalho e sem investimento nas pessoas”, declarou.
O presidente da CUT-MS, Vilson Gimenes, também destacou a importância do ato como espaço de mobilização popular e pressão por mudanças sociais.
“A Marcha da Classe Trabalhadora é um espaço fundamental de luta e de construção coletiva. É nas ruas que mostramos nossa força e pressionamos por mudanças que melhorem a vida do povo”, afirmou.
A expectativa dos organizadores é reunir trabalhadores urbanos e rurais, servidores públicos, profissionais da educação, estudantes, movimentos sociais e representantes da juventude em uma manifestação marcada pela defesa de direitos trabalhistas e fortalecimento da democracia.



















