Interessados em investir no formato de venda eletrônica devem buscar atualizações sobre os processos de gestão

28/04/2020 13h45
Por: Assessoria

Os empresários brasileiros de diferentes segmentos comerciais buscam cada vez mais disponibilizar seus produtos no ambiente virtual. Os resultados positivos podem ser observados no formato de e-commerce, ou comércio eletrônico, no qual o negócio é estruturado para que todas as transações sejam efetivadas com ferramentas on-line.

A adesão das empresas pelo formato comercial apresentou crescimento expressivo, mesmo antes do cenário provocado pelo isolamento social (Covid 19). Na projeção inicial divulgada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm)*, em fevereiro deste ano, as vendas teriam alta de 18%. Além disso, de acordo com a associação, o número de pedidos efetivados deve ultrapassar a marca de 342 milhões, realizados por 68 milhões de consumidores.

Na atualidade, o e-commerce tem sido uma das alternativas mais eficazes para que os empreendedores com espaços físicos continuem a comercializar produtos e serviços, enquanto aguardam o término das medidas de isolamento social, adotadas em todo país.

Mas o conceito que define com precisão a mudança de comportamento na prática de consumo e vendas surgiu antes da pandemia e está entre as principais tendências do varejo mundial: é chamado Phygital *(físico + digital), que defende a ideia de que os consumidores não separam mais o que é digital e físico em seu cotidiano pessoal e profissional.

Isso porque antes, o cliente tinha que se deslocar até a loja para escolher e comprar o produto desejado. Na atualidade, a tomada de decisão e finalização da venda podem ser feitas em casa, pelo ambiente on-line. Desta forma, a jornada de compra virtual amplia as oportunidades para o varejo, a fim de que sejam desenvolvidas estratégias, em sintonia com o novo perfil do consumidor.

Entretanto, o recomendado é que o empresário interessado em ingressar no mercado de comércio eletrônico realize um planejamento detalhado, para compreender os diferenciais de gestão dessa modalidade de negócio.

Túlio Mandolesi Sá é professor do Senac EAD e destaca que a empresa precisa estar preparada para disponibilizar a opção de comércio eletrônico. “O empreendedor deve estar ciente quanto ao melhor momento para adotar essa decisão, pois envolve um processo com várias etapas. Ainda que o aumento nas vendas apresente valores atrativos é preciso ter clareza de que a gestão de uma loja virtual vai desde a apresentação dos produtos nas plataformas digitais, até o controle e administração do estoque e prazo de entrega”, argumenta.

E-commerce na prática

O Senac EAD disponibiliza, continuamente, o curso de Gestão de E-commerce com objetivo de apresentar conteúdo atualizado sobre o processo de venda realizado por meios eletrônicos. Com 40 horas/aula, a capacitação oferece um panorama abrangente das ações de marketing digital, e ainda, detalha o funcionamento das ferramentas mais utilizadas na comunicação virtual (e-mail marketing, SEO, Google Adwords e Analytics, Marketplace, entre outras).

O especialista destaca o conjunto de informações apresentadas no curso, colaborando para que os participantes tenham a compreensão de todas as etapas que envolvem a técnica de e-commerce.

“O conteúdo propicia ao aluno o conhecimento sobre conceitos básicos de marketing digital e suas funções, definição e comportamento dos consumidores, além de sugerir ferramentas de comunicação virtual mais eficazes. Na etapa final, o participante aprenderá a desenvolver um planejamento estratégico virtual, a fim de que possa estar preparado para lançar seu negócio no e-commerce”, finaliza.

Divulgação

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