Vereador delegado Wellington ressalta importância da Libras para inclusão

484

No Dia Nacional do Surdo, o principal objetivo desta data é desenvolver a reflexão sobre os direitos e inclusão das pessoas com deficiência auditiva na sociedade

30/04/2019 15h55
Por: Câmara Municipal de Campo Grande

Durante da Sessão Ordinária que ocorreu nesta terça-feira (30), o Vereador Delegado Wellington ressaltou a importância da Libras (Língua Brasileira de Sinais), como forma de inclusão.

“Eu tive a oportunidade, de aprender Libras básico, por ser Delegado de Polícia, e pude observar que a falta de comunicação, principalmente no serviço público, necessariamente, precisa ter sempre alguém qualificado para comunicação com essas pessoas com deficiência auditiva, não só no serviço público, pois a Libras (Língua Brasileira de Sinais), é a segunda língua oficial do Brasil. Línguas estrangeiras, como inglês e espanhol, são importantes, mas é importante essa comunicação também, a política, nesse momento, é de extrema importância, porque dá voz para essas pessoas, e um dos objetivos de nossa Casa de Leis é fazer Leis para que cada órgão público tenha pelo menos um interprete de Libras a disposição”, ressaltou a importância o Vereador Delegado Wellington.

No Dia Nacional do Surdo, o principal objetivo desta data é desenvolver a reflexão sobre os direitos e inclusão das pessoas com deficiência auditiva na sociedade.

Mas, uma das principais conquistas dos surdos ao longo dos anos, o reconhecimento nacional da Libras (Língua Brasileira de Sinais), através da lei nº 10.436, se deu em 24 de abril de 2002 e do Decreto nº 5.626/2005, que é comemorado pela comunidade surda de todo país.

Na lei, o conceito de Libras é descrito como forma de comunicação e expressão dessa comunidade. A Lei também serviu de alicerce para uma série de políticas públicas. Entre elas, a inserção do curso de graduação em Língua de Sinais Brasileira nas universidades públicas e algumas universidades já aderiram a essa proposta.

As línguas de sinais são naturais das comunidades surdas. Ao contrário do que muitos imaginam, as línguas de sinais, não são simplesmente mímicas e gestos soltos, utilizados pelos surdos para facilitar a comunicação. São línguas com estruturas gramaticais próprias.

Divulgação