Publicado em 13/11/2017 18h49
Prefeitura quer parceria para tirar caçambas irregulares das ruas
O município não tem nenhuma credenciada para o serviço de remoção
Correio do Estado
A Prefeitura busca parcerias para remover caçambas clandestinas das ruas de Campo Grande. O edital de convocação para as empresas interessadas foi publicado no Diário Oficial de hoje.
O município não tem nenhuma empresa credenciada para o serviço de remoção de caçambas clandestinas. É por esse motivo que a prefeitura “estendeu o convite” a qualquer interessada.
No termo de parceria, o diretor presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Janine de Lima Bruno, justifica que existe uma necessidade “urgente de coibir a informalidade no setor de coleta e transporte dos resíduos da construção civil e resíduos volumosos”.
A parceria é voltada “para qualquer empresa de locação e transporte de caçambas metálicas estacionárias que esteja devidamente cadastrado na Agetran e, portanto, apto a exercer de forma lícita suas atividades nesta Capital”.
Representantes das empresas interessadas têm, no máximo, 15 dias úteis para irem até a sede da Agetran dar início ao processo.
A COOPERAÇÃO
Nesta parceria, o município não terá nenhuma despesa com o serviço enquanto a empresa participante fica obrigada a atender às solicitações dos fiscais da Agetran, conforme o acordo. A cooperação terá validade de um ano.
Em entrevista à assessoria de imprensa da prefeitura, o presidente da Associação Campo-grandense de Locação de Bens Móveis, Bruno de Brito Curto, declarou que a parceria trará benefícios aos empresários que estão legais.
“A gente faz tudo certinho e tem uma preocupação muito grande com a degradação do meio ambiente. O custo do nosso trabalho é alto porque pagamos para fazer o descarte regular. Com essa medida, além de ajudarmos o meio ambiente, ajudamos a combater a clandestinidade que é uma concorrência injusta para todos”, disse.
Janine completou que as empresas clandestinas “cobram um valor muito menor que as empresas formais, mas não cumprem as regras e acabam por degradar o meio ambiente,a custo de menores preços”, finalizou.



















