Com período chuvoso, aumenta a chance de epedemias

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Publicado em 09/12/2017 07h54

Com período chuvoso, aumenta a chance de epedemias

Entre dengue, zika e chikungunya, a última pode se alastrar

Correio do Estado

Entre os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, não é apenas o volume de chuva que aumenta em Mato Grosso do Sul, mas também a proliferação do Aedes aegypti, decorrente da fartura de água acumulada com as precipitações. Dessa forma, o risco de epidemia das doenças provocadas pelo mosquito também é maior.

Segundo o coordenador do Centro de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) de Campo Grande, Eliaze Guimarães, a potencial epidemia para o período é a de chikungunya, já que é a doença que menos acometeu pessoas na Capital nos últimos anos.

“Não temos como prever com certeza, porque é uma doença nova, e não sabemos como vai ser o padrão epidemiológico dela. Mas podemos ter uma epidemia já em janeiro”, afirmou.

O bairro com maior índice de infestação de Aedes aegypti em Campo Grande é o Jardim Noroeste, na região leste. O local está em alerta e já há previsão de surto a partir de dezembro.

“A gente está acompanhando e não é nada bom. Criadouros existem, muitos dentro das casas e também na rua. Acreditamos que logo vai ter epidemia, por conta da quantidade de larvas que a gente acha todo dia”, explicou a agente de Controle de Endemias, Solange Aparecida Ferreira.

Até mesmo poças de água parada e suja servem de criadouro - Valdenir Rezende