O então candidato do PSOL, Adonis Marcos, postulante ao Governo do Estado no 1º turno das eleições, individualmente já havia se posicionado e declarado voto ou apoio a candidatura de Eduardo Riedel (PSDB) na disputa do 2º turno. Agora, ao que parece, ele vai parar ou continuar sozinho na decisão, pois o partido divulgou nota não recomendando voto dos filiados a nenhum dos candidatos que ainda estão na disputa, que se encerra com a votação no próximo dia 30.
O partido, que após uma semana da declaração de seu então candidato, e somente neste sábado (15), aponta que no entender da legenda, como a disputa envolve duas pessoas que declararam voto a Jair Bolsonaro (PL) na eleição presidencial, não há condições de assumir a defesa de nenhuma das campanhas.
“Por estarmos ao lado da luta dos trabalhadores e trabalhadoras da cidade e do campo, dos movimentos sociais e populares e do movimento indígena, é impossível que defendamos qualquer uma das campanhas colocadas nessa disputa. Os dois candidatos não possuem nenhuma condição de assumir qualquer compromisso com uma agenda minimamente progressista que seja”, diz nota oficial do Psol.
Lula lá – Sem compromisso com as candidaturas ao Governo em Mato Grosso do Sul, o PSOL orientou os filiados a concentrarem os votos à presidência da República, na tentativa de eleger Luís Inácio Lula da Silva (PT). No Estado, ele somou 588.323 votos, sendo superado por Jair Bolsonaro, que teve 794.206.
Votos estadual
No 1º turno das eleições estaduais, o PSOL somou 3.251 votos com Adonis Marcos, terminando o pleito na frente apenas do candidato do PCO, Magno Souza, com 2.892.
Além do tucano, Capitão Contar (PRTB) continua na ‘briga’ pelo comando do Executivo sul-mato-grossense. Contar terminou como mais votado com 384.275 votos, contra 361.981 de Eduardo Riedel.




















