O setor agropecuário de Mato Grosso do Sul devem paralisar hoje (7), sem expediente, em apoio às manifestações que estão ocorrendo em todo o país. Comunicados de entidades ligadas ao agro foram postados em redes sociais.
As instituições ligadas ao agro, Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja) e Fundação MS divulgaram em suas redes sociais que não haverá expediente nesta segunda-feira, declarando total apoio aos protestos antidemocráticos, seguindo a tendência do setor.
Sindicatos rurais seguem a decisão das federações e associações e também interromperam os atendimentos nesta segunda em algumas cidades do Estado.
Listas que correm pelo Whatsapp colocam empresas do setor em apoio à manifestação, com a convocação de uma “greve geral”. Ainda não há balanço de quantos estabelecimentos fecharam as portas, liberando os funcionários para os atos de protesto contra os resultados das urnas do último 31 de outubro, que deu vitória ao ex-presidente, Lula.
Empresários que não quiseram se identificar disseram que o movimento tem a característica de adesão de empresas mais ricas, com condições de fechar as portas e ter impacto menor nos resultados.
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL-CG) e a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) informaram estar cientes da lista que corre nas redes sociais convocando os empresários para fecharem as portas no dia de hoje, porém, ambas entendem que aderir ou não ao movimento é uma decisão individual de cada empresário.
Duque de Caxias
A manifestação em frente ao Comando Militar do Oeste (CMO) ganhou força ontem (7), ao completar o sétimo dia de manifestações. Uma multidão tomou conta de várias quadras da Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande.
É esperado para hoje novo reforço na manifestação com a campanha de greve geral lançada e aderida pelo setor do agro.
Rodovias
No Estado não há rodovias bloqueadas. Mas existem três que seguem com quatro pontos de manifestações nesta segunda-feira, com pessoas e veículos às margens delas.
A MS-134 tem dois trechos com manifestantes, uma em Nova Andradina e outra em Batayporã. Também foram montados atos na MS-162, em Dourados e na MS-306, em Chapadão do Sul.











