Publicado em 11/02/2018 06h43
Comemorando 12 anos, Cordão da Valu atrai famílias na Esplanada Ferroviária
Da redação
O Cordão da Valu, tradicional bloco carnavalesco de Campo Grande, atraiu milhares de foliões neste sábado (10), em Campo Grande.
Fundadora do cordão, Silvana Valu disse que o bloco existe há 12 anos e ela vê o movimento crescente de foliões “com muita alegria”.
“É um reconhecimentodo do trabalho e empenho para a realização do Carnaval de Campo Grande”, disse Silvana, que pediu para que quem for comparecer no evento na noite de hoje, não leve garrafas. “Venha em paz, com o coração alegre e muita alegria”, pediu.
Fantasiada de Mulher Maravilha, a professora Raissa Geller, 25 anos, foi ao cordão levar as três filhas, Ana, de 9 anos, Graziela, 5, e Beatriz, de 2 anos, todas também fantasiadas, sendo duas de borboleta e uma de princesa anjo.
Esta é a segunda vez que Raissa leva as crianças ao Valu. Segundo ela, a fantasia foi preparada com uma semana de antecedência e as meninas gostam da festa e pedem para que não acabe.
“O Valu é seguro e bem organizado, é o melhor bloco para trazer as crianças”, disse a professora, que também deu uma dica para os foliões que pretendem curtir o Carnaval: levem seu confete e serpentina, porque os preços dos produtos vendidos no local são elevados.
A também professora Patricia Fernandes Rosa, 41 anos, aproveitou a oportunidade para protestar contra a situação política do país. Sua fantasia consiste em uma placa com as frases: “Vendo triplex”, “faço amarração partidária” e “engula mac supremo com tudo”.
“O Carnaval é uma oportunidade para refletir, porque é importante refletir em todo o tempo, em qualquer lugar e qualquer situação”, disse Patrícia.
Esposo da professora, Daniel Amorim, 40 anos, escolheu homenagear a cantora Anitta em sua fantasia. Ao Correio do Estado, ele disse que todos os anos escolhe uma mulher para homenegear e a escolhida deste ano foi a funkeira. Na fantasia, ele imita o figurino usado pela cantora no clipe da música “Vai Malandra”, que é o biquini feito de fita isolante.
Além das famílias, também há os foliões que curtem o bloco sozinhos ou com amigos, como é o caso do professor Mário Correa Júnior, 21 anos, que participa do bloco todos os anos.
“É o melhor bloco que tem em Campo Grande, o mais animado, com mais gente e o que as pessoas se produzem mais para ir. É o melhor porque tem mais família, não tem brigas, é tranquilo”, avaliou Correa Júnior. (Com informações Correio do Estado)




















