Publicado em 18/02/2018 09h12
Sindicatos de MS confirmam participação em protestos contra reforma
Categorias de todas regiões do país preparam ato nesta segunda-feira (19)
Correio do Estado
Trabalhadores da iniciativa pública e privada de Mato Grosso do Sul movimentam-se para participar de protesto nacional contra a aprovação da Reforma da Previdência, proposta pelo governo federal. Nesta segunda-feira (19), está previsto um movimento de greve geral coordenado por sindicatos de várias categorias profissionais.
De acordo com a diretoria do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União (Sindjufe-MS), na última sexta-feira (16), foi realizada uma assembleia geral que optou por manter a situação de “estado de greve” (não param as atividades, ficam de vigília).
Além disso, vão manter contato com os parlamentares da bancada de MS para, mais uma vez, insistir com todos eles para que não aprovem essa matéria que é prejudicial aos trabalhadores brasileiros, informa José Ailton Pinto de Mesquita, Coordenador Jurídico do sindicato.
Na próxima semana a entidade volta a se reunir com os associados para avaliar a atual conjuntura dessa ameaça que tramita entre Governo e Câmara dos Deputados e senadores. “Apesar de não paralisarmos agora, não significa que estamos alheios à preocupação com essa reforma. Pelo contrário, estamos atentos e daremos apoio a outras manifestações públicas que serão realizadas em Mato Grosso do Sul”, informa José Ailton.
SERVIDORES FEDERAIS
Outra categoria que está definindo o posicionamento sobre o evento de segunda-feira é o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Institutos Federais de Ensino de MS (SISTA/MS ).
Outros sindicatos e federações de trabalhadores também estão realizando assembleias esta semana para decidir a forma de protesto na segunda-feira. As centrais sindicais também apoiarão os movimentos em Campo Grande e interior do Estado.
Da mesma forma, elas estão unidas em todo o país para “sacudir o Brasil” e sensibilizar os parlamentares, que pelo menos nesse ano de eleição, não convém contrariar a vontade popular.




















