Publicado em 09/03/2018 12h16
Giroto e Amorim são transferidos para cela especial em presídio
Antes disso, envolvidos passaram por exames no Imol em Campo Grande
Correio do Estado
Os quatro presos pela Operação Lama Asfáltica saíram da Superintendência da Polícia Federal em Campo Grande com destino ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) e, em seguida, serão encaminhados ao Centro de Triagem, no complexo penitenciário, ao lado do Presídio de Segurança Máxima, no Bairro Jardim Noroeste.
O ex-secretário e ex-deputado estadual Edson Giroto, o empresário João Amorim, o ex-servidor da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), Wilson Roberto Mariano de Oliveira, o Beto Mariano, e o empresário e cunhado de Giroto, Flávio Schrocchio, se apresentaram à PF nesta manhã.
O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou o habeas corpus que mantinha os envolvidos em liberdade desde o ano passado. Além dos quatro, Raquel Giroto, a sócia e ex-secretária da Proteco – empresa de João Amorim -, Elza Cristina Araújo dos Santos, Ana Paula Amorim Dolzan, filha de Amorim, e a filha de Beto Mariano, a médica Mariane Mariano de Oliveira também estão detidas em casa.
O advogado Valeriano Fontoura, que defende Giroto e Flávio, falou com a imprensa em frente à Superintendência da Polícia Federal, no momento em que os envolvidos eram encaminhados ao Imol. Ele disse que seus clientes receberam a notificação da prisão de forma “serena”. “A decisão é provisória. Vamos estudar o processo e ver a melhor forma de recorrer”, disse.




















